Avaliação da perda de brilho em placas pétreas da região Litorânea do Recife - Bairro Boa Viagem
Keywords:
Dimension Stone, weathering, pathologies, stones plates, coatingAbstract
As alterações que ocorrem nas placas pétreas em revestimentos externos é um problema aparentemente de difícil solução e que afetam várias cidades no Brasil, principalmente aquelas de regiões litorâneas, e geram conflitos de interesses, onde as verdadeiras causas das alterações acabam por serem desconhecidas. As placas pétreas tendem a se alterar devido às agressões do clima e ação de poluentes atmosféricos e adoção de procedimentos construtivos e de manutenção inadequados. De modo geral, estes fatores alteram as características estéticas do revestimento, causando a desvalorização dos imóveis e a desfiguração da paisagem arquitetônica. A perda de brilho dos materiais pétreos usados como revestimento, em fachadas, compromete o aspecto estético da obra. A observação deste fato é importante na elaboração de projetos arquitetônicos pois, o que se deseja é que a placa pétrea conserve a sua característica estética durante o maior período de tempo possível. Ametodologia aplicada consiste na medição da reflexão de luz (índice de brilho) através de aparelho eletrônico portátil (Gloss Checker IG 330 Sanwa Kenma), com ângulo de incidência de 60°, em sete tipos de placas pétreas, sendo cinco “granitos” e dois “mármores”. O brilho foi medido na superfície dos vários litotipos comparada a uma placa sã (nova, obtida em marmoraria) e placas de diversas idades de aplicação em revestimento de fachadas (tempo de construção dos edifícios), o que traduz estágios variados de alteração. Observou-se que a perda de brilho é função do tipo de rocha e do período de exposição aos agentes intempéricos. Materiais silicáticos apresentam menores perdas de brilho que aqueles carbonáticos.
References
.
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Os direitos autorais para os textos publicados são do autor, com direitos do periódico sobre a primeira publicação. Os autores somente poderão utilizar os mesmos textos em outras publicações indicando claramente este periódico como o meio da publicação original.
