Engenharia no século XIX: formação e profissionalização

Autores/as

  • Ivoneide de França Costa Universidade Estadual de Feira de Sanana
  • Lilian Quelle Santos de Queiroz Universidade Estadual de Feira de Sanana
  • Anderson Conceição Macedo da Silva Universidade Estadual de Feira de Sanana

DOI:

https://doi.org/10.51359/2595-0797.2021.252736

Palabras clave:

Engenharia, Engenheiros, Século XIX

Resumen

A engenharia no século XIX adquiriu notoriedade através da necessidade de realização de obras de melhorias no País que se mostravam relevantes para a construção de uma nação moderna. O texto apresenta como se deu a formação e regulamentação da profissão de engenheiro para atender as necessidades da época, desde a criação das Aulas de Fortificações, ainda no século XVII, até a criação do curso de Engenharia na Escola Politécnica do Rio de Janeiro. Também apresenta como, após formado, o engenheiro ingressava nas atividades profissionais.

Biografía del autor/a

Ivoneide de França Costa, Universidade Estadual de Feira de Sanana

Profa. Dra. Adjunta, Universidade Estadual de Feira de Sanana - UEFS, Departamento de Letras e Artes, Feira de Santana, Bahia, Brasil.

Lilian Quelle Santos de Queiroz, Universidade Estadual de Feira de Sanana

Profa. Dra. Adjunta, Universidade Estadual de Feira de Sanana - UEFS, Departamento de Letras e Artes, Feira de Santana, Bahia, Brasil.

Anderson Conceição Macedo da Silva, Universidade Estadual de Feira de Sanana

Bolsista de Iniciação Científica – CNPq. Estudante do Curso de Engenharia Civil na Universidade Estadual de Feira de Sanana - UEFS, Departamento de Tecnologia. Feira de Santana, Bahia, Brasil.

Citas

ALVES, Isidoro Maria da S. Modelo Politécnico, Produção de saberes e a Formação do Campo Científico no Brasil. In: As ciências nas relações Brasil-França (1850-1950). HAMBURGER, Amélia Império. (Org.). São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo; Fapesp, 1996, pp. 65-75.

BRASIL. Coleção das Leis do Império do Brasil. Decreto nº. 2.922, de 10 de maio de 1862.

BRASIL, Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas. Relatório do ano de 1862 apresentado a Assembléia Geral Legislativa na 3ª. sessão da 11ª. Legislatura. Rio de Janeiro. Typographia – Perseverança. 1863.

BRASIL, Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas. Relatório Apresentado à Assembléia Geral Legislativa na 2ª. sessão da 15ª. Legislatura pelo Ministro e Secretario de Estado dos Negócios da Agricultura Comércio e Obras Públicas. Rio de Janeiro: Typographia Commercial. 1873.

BRASIL, Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas. Relatório do ano de 1874 apresentado a Assembléia Geral Legislativa na 4ª. sessão da 15ª. Legislatura. Rio de Janeiro. Typographia – Americana, 1874.

AZEVEDO, Fernando. (Org). A academia Real Militar In: As Ciências no Brasil. São Paulo: Melhoramentos, 1956.

BARATA, Mário. Escola Politécnica do Largo de São Francisco: berço da engenharia brasileira. Rio de Janeiro: Associação dos Antigos Alunos da Politécnica, 1973. pp. 1-83.

CARVALHO, Maria Alice Rezende de. Quatro vezes cidade. 1º. ed. Rio de Janeiro: Sette Letras, 1994, pp.65-91.

COELHO, Edmundo, Campos. As Profissões Imperiais: medicina, engenharia e advocacia no Rio de Janeiro, 1822 -1930. Rio de Janeiro: Record, 1999, p. 192-223.

COSTA, Ivoneide de França. Comissão Hidráulica do Império (1879-1880): profissionalização e técnica a serviço dos melhoramentos no século XIX. Tese (Doutorado em História das Ciências e da Saúde) Casa Osvaldo Cruz, Rio de Janeiro, 2013. 270p.

COSTA, Emília Viotti da. Da Monarquia à República: momentos decisivos. São Paulo: Fundação da UNESPE, 1999, 449p.

DOMINGUES, Heloisa Bertol. A Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional e as Ciências Naturais no Brasil Império. In: DANTES, Maria Amélia M. (org). Espaços da Ciência no Brasil: 1800-1930. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2001, 202p.

DÓRIA, Renato Palumbo. Entre o Belo e o útil: manuais e práticas do ensino do desenho no Brasil do século XIX. São Paulo, 2004, 220 p. Tese (doutorado) Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo.

FIGUEIRÔA, Silvia Fernanda de Mendonça. As Ciências Geológicas no Brasil: uma história social e institucional, 1875-1934. São Paulo: HUCITEC, 1997, 270p.

FREYRE, Gilberto. Vida Social no Brasil nos meados do século XIX. São Paulo: Global, 2008, 160p.

HAMBURGER, Amélia Império. (Org.) As ciências nas relações Brasil-França (1850-1950). São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo; Fapesp, 1996, 368p.

MARINHO, Pedro Eduardo Mesquita de Monteiro. Engenharia Imperial: o Instituto Politécnico Brasileiro (1862-1880). Dissertação (Mestrado em História) – Faculdade de História, Universidade Federal Fluminense, Niterói. 2002, 278p.

MARINHO, Pedro Eduardo Mesquita de Monteiro. Ampliando o Estado Imperial: os engenheiros e a organização da cultura no Brasil oitocentista, 1874-1888. Tese (Doutorado em História Social) – Faculdade de História, Universidade Federal Fluminense, Niterói. 2008, 387p.

MOTTA, Jehovah. Formação do Oficial do Exército (Currículos e regimes na Academia Militar). Rio de Janeiro: Companhia Brasileira de Artes Gráficas, 1976, pp. 1-166.

SAMPAIO, Theodoro Fernandes. A engenharia e a sua evolução no século da Independência da Bahia. Diário Oficial do Estado da Bahia. Salvador, 2 de Julho de 1923. p. 26-34.

TURAZZI, Maria Inez. As Artes do Ofício: fotografia e memória da engenharia no século XIX. Tese (Doutorado em Arquitetura e Urbanismo) – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo, São Paulo. 1997, 306p.

Publicado

2021-12-23

Número

Sección

ARTIGOS