DISCLOSURE DAS COMPANHIAS ABERTAS BRASILEIRAS: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO
Resumo
Na última década a ordem do diapassou a ser a governança corporativa. Isto
decorre das práticas de expropriação e má
utilização de recursos por parte de gestores
contra seus acionistas, que vêm ocorrendo
em todo o mundo. No entanto, muito pouco
tem-se discutido para que seja possível
reverter a situação e melhorar o
relacionamento entre quem gesta e quem
compra ações . O departamento de relações
com investidores, existente nas empresas, é
uma prova disto. Este é um estudo
exploratório que visa a traçar o perfil desse
departamento em organizações cujas ações
são negociadas nas bolsas de valores
brasileiras, no período de maio de 1999 a
fevereiro de 2000. O instrumental utilizado é
produto de uma pesquisa realizada através
de envio de questionários pré-testados às
empresas deste universo. A amostra final,
formada por aquelas que responderam aos
questionários, foi composta por 65 empresas.
Os resultados encontrados demonstram que
estas empresas ainda não conferem a
importância devida às suas relações com os
investidores, deixando de aproveitar muitas
das vantagens que poderiam advir de um
vínculo mais consistente com o cliente e do
disclosure das informações.
Downloads
Publicado
2010-08-13
Edição
Seção
Artigos
Licença
Os trabalhos assinados são de responsabilidade exclusiva do(s) autor(es).
Os direitos, inclusive os de tradução, são reservados.
É permitido citar os trabalhos publicados sem autorização prévia desde que seja identificada a fonte.