DISCLOSURE DAS COMPANHIAS ABERTAS BRASILEIRAS: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO

Autores

  • Carlos Fernando Paleo da Rocha PPGA/EA/UFRGS
  • Jairo Laser Procianoy USP

Resumo

Na última década a  ordem do dia
passou a ser a governança corporativa. Isto
decorre das  práticas de  expropriação e má
utilização de recursos por parte de  gestores
contra seus  acionistas, que vêm ocorrendo
em todo o mundo. No entanto, muito pouco
tem-se  discutido  para que seja  possível
reverter a situação  e melhorar o
relacionamento entre quem gesta e quem
compra ações . O departamento de relações
com investidores, existente nas empresas, é
uma prova disto. Este é um estudo
exploratório que visa a traçar o perfil desse
departamento em organizações cujas ações
são negociadas nas bolsas de valores
brasileiras, no período de maio de 1999 a
fevereiro de 2000. O instrumental utilizado é
produto  de  uma pesquisa realizada através
de envio de questionários pré-testados às
empresas  deste universo. A amostra final,
formada por aquelas que responderam aos
questionários, foi composta por 65 empresas.
Os resultados encontrados demonstram que
estas empresas ainda não conferem a
importância  devida às suas relações com os
investidores, deixando de aproveitar muitas
das vantagens que poderiam advir de um
vínculo mais consistente com o cliente e do
disclosure das informações. 

Biografia do Autor

Carlos Fernando Paleo da Rocha, PPGA/EA/UFRGS

Mestre  pela Universidade Federal  do Rio
Grande do Sul (PPGA/EA/UFRGS).
Professor titular da Faculdade da Serra
Gaúcha (FSG).
E-mail: carlos@e-studies.com.br 
Rua Henrique Fraeb, nº 57 - Paternon
Cep. 90.660-270 - Porto Alegre/RS –Brasil.

Jairo Laser Procianoy, USP

Doutor em  Administração pela Universidade
de São Paulo (USP).
Professor da Universidade Federal do Rio
Grande do Sul (UFRGS). 
E-mail:  jlprocianoy@lvbs.edu.br 
Av. Carlos Gomes, nº  1111, apto  1201 –
Auxiliadora.
Cep. 90.480-004 - Porto Alegre/RS – Brasil.

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Publicado

2010-08-13

Edição

Seção

Artigos