TEORIA DA ESTRUTURAÇÃO E ESQUEMAS INTERPRETATIVOS: CONTRIBUIÇÕES À ANÁLISE ORGANIZACIONAL

Adriana Roseli Wünsch Takahashi, Cleverson Renan da Cunha

Resumo


Além de sua complexidade interna, as organizações estão inseridas em um determinado
ambiente com o qual mantêm relações recíprocas de influência.  As pressões ambientais
decorrentes dessas relações passam pela interpretação dos gestores das organizações que
promovem ações que originam mudanças internas e influenciam mudanças externas, buscando sua
sobrevivência a longo prazo.  Analisar como as organizações criam seus sistemas cognitivos de
interpretação da realidade e reconhecer seu impacto sobre as ações estratégicas pode ser útil para
melhorar nossa compreensão dos fenômenos organizacionais. Assim, o objetivo do presente
trabalho é discutir o conceito de esquemas interpretativos e evidenciar seu potencial e limitações
como ferramentas para o aprimoramento da análise organizacional.  O estudo foi realizado por
meio de uma análise comparativa de casos entre duas organizações escolares da cidade de
Curitiba, numa abordagem qualitativa. Os resultados encontrados evidenciam que um mesmo
contexto ambiental de referência pode levar organizações similares a ações estratégicas
diferenciadas, norteadas pela forma como os dirigentes interpretam a realidade e escolhem suas
estratégias de ação.

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