PARADIGMAS E RACIONALIDADES EM REDES DE COOPERAÇÃO TECNOLÓGICA: UM ESTUDO DE CASO NA REDE DE EMPRESAS DE TECNOLOGIA, INOVAÇÃO E CONHECIMENTO

Andrea Aparecida da Costa Mineiro, Rita de Cassia Arantes, Luiz Guilherme Rodrigues Antunes, Donizete Leandro de Souza, Michele Morais de Oliveira, Cleber Carvalho de Castro

Resumo


O processo de formação das redes pode ser instigado pelo prisma de paradigmas de redes ou das racionalidades instrumentais e substantivas traduzidas por meio de interesses econômicos e sociais. Neste contexto, o objetivo do artigo é avaliar os paradigmas de redes e as racionalidades instrumentais e substantivas, inseridos nos fatores motivacionais, benefícios e limitações da Rede de Empresas de Tecnologia, Inovação e Conhecimento – RETIC.  Para condução do estudo de caso, utilizou-se de documentos, questionários e entrevistas, o que garantiu uma triangulação de fonte de dados. Para a análise dos dados foi utilizada a técnica de análise de conteúdo por frequência e categorias. Dentre os principais resultados, a constituição da rede tem o paradigma racional-econômico de forma mais evidente, contudo as justificativas de formação se pautam no paradigma social. Ademais, houve predominância do paradigma social e da racionalidade substantiva nos fatores motivadores, benefícios e limitações da RETIC. Essa constatação proporciona importantes reflexões quanto à temática dos paradigmas e racionalidades em redes de cooperação tecnológica, dado que a maioria dos estudos evidenciam uma ênfase da racionalidade instrumental no comportamento dos atores.


Palavras-chave


Redes de Cooperação de Tecnologia; Paradigmas em Redes; Racionalidades Instrumental e Substantiva; Motivação na Formação das Redes; Benefícios e Limitações das Redes

Texto completo:

PDF 202-217


DOI: https://doi.org/10.21714/1679-18272019v17n2.p202-217

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