Finitude: um ensaio sobre a amplidão do gozo em Cartas de um sedutor

Viviane Aragão

Resumo


A obra de escritora paulista Hilda Hilst vem sendo marcada por constantes alusões a um possível
caráter pornográfico. Este ensaio, através da análise de “Cartas de Um sedutor”, traça um paralelo entre
a literatura hilstiana e a literatura libertina, efetuando, ao mesmo tempo, sua ligação e sua distinção.
Aponta como esta obra escapa a qualquer tentativa de enquadramento, no momento em que propicia
o conhecimento do homem como sujeito do Outro, representado na possibilidade de pensar-se enquanto
linguagem que anseia a amplidão do gozo, o absoluto.


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ISSN:1984-7408

 

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