A PRESENÇA DO TRADUTOR NO DISCURSO REPORTADO DA EDIÇÃO BRASILEIRA DE MADAME BOVARY

Heber Oliveira

Resumo


Este trabalho analisa a tradução do discurso reportado nas versões brasileiras de Madame Bovary, de
Gustave Flaubert, identificando quaisquer interferências semânticas e formais dos tradutores. A
presença da voz do tradutor no romance é inevitável uma vez que a tradução é uma re‐enunciação e
uma mudança de situação; é, portanto, um discurso de segunda mão, ou seja, um discurso reportado.
As análises iniciais revelam que a intervenção do tradutor deixa traços de sua subjetividade, e sua
concepção de língua e de literatura o que modifica a construção dos sentidos do romance.
Palavras‐chave: discurso reportado, enunciação, subjetividade.


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ISSN:1984-7408

 

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