DUAS VERTENTES, UM ATO: DOMAR A POESIA

Cristiano Sales

Resumo


Quando todas as evidências parecem determinar um cenário de extrema oposição – marcado pela tensão
verso livre/metrificação tradicional – no que respeita a poesia modernista no Brasil, um olhar crítico que
tenha por princípio vislumbrar a poesia não como produto acabado, mas como processo de e(labor)ação,
pode revelar um importante ponto de convergência entre poetas “discrepantes” como Guilherme de
Almeida e Oswald de Andrade. Atentemo-nos! A natureza desta convergência não é inerente à poesia
enquanto produto (embora esta seja o objeto da análise), mas sim à poesia enquanto atividade de
dominação dos impulsos criativos para que os mesmos possam resultar em poesia.


Texto completo:

PDF

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Direitos autorais 2017 Autor, concedendo à revista o direito à primeira publicação

Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada sob uma licença Creative Commons Atribuição - Não comercial - Sem derivações 4.0 Internacional.

ISSN:1984-7408

 

Licença Creative Commons
Esta revista possui trabalhos licenciados com uma Licença Creative Commons - Atribuição 4.0 Internacional.