Razões para a rejeição do autonomismo radical no debate acerca da avaliação moral de obras de arte

Luísa Caroline da Silveira Pogozelski

Resumo


No caminho para a fundamentação da crítica moral de obras de arte há de se enfrentar os desafios postos pela perspectiva esteticista. Este artigo valeu-se em maior parte da argumentação moralista moderada de Noël Carroll, bem como de sua compreensão acerca de como este debate deve ser levado a cabo. A posição a ser enfrentada é por ele intitulada autonomismo radical, a qual é essencialista sobre o valor da arte. Apontamos os problemas na argumentação autonomista, buscando responder ao argumento do denominador comum e ao argumento da trivialidade cognitiva. Também defendemos um pluralismo acerca do valor da arte, propondo uma visão mitigada de experiência estética, o que tem como resultado ver o âmbito do valor artístico como englobando diversos campos de valor, sendo o estético apenas um entre os demais.


Palavras-chave


crítica de arte; crítica moral da arte; autonomismo radical; moralismo moderado; esteticismo.

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