A dobra carnal do logos
Merleau-Ponty e o prodígio da linguagem
DOI:
https://doi.org/10.51359/2357-9986.2023.258445Palavras-chave:
linguagem, Merleau-Ponty, ontologia, pensamento, práxisResumo
O texto se estrutura a partir de três momentos constitutivos. O primeiro recobre, a partir da tradição metafísica no ocidente, o caráter marginal da linguagem. Essa posição nada cômoda parte de uma rígida cisão entre o pensar e o falar. O segundo momento, partindo da crítica fenomenológica de Merleau-Ponty, busca explorar o quanto o pensamento e a linguagem se interagem num único movimento. O terceiro momento aprofunda, a partir dessa coesão íntima, a dimensão mais propriamente ontológica da linguagem deflagrada numa dialética do dizível e do indizível como expressão de uma dobra carnal do logos como prodígio singular.Referências
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