Mapeando com Povos Indígenas: Reflexões a partir da prática antropológica

Lara Erendira Almeida de Andrade

Resumo


Ao longo dos últimos oito anos trabalhei com mapeamentos participativos, na atuação como antropóloga com povos indígenas e quilombolas, em contextos diversos do semiárido brasileiro: projetos de gestão territorial e ambiental na caatinga, com os Pankararu e Kapinawá (últimos três anos); formação de professores/as indígenas pankará/atikum (2012/2013) e kapinawá (desde 2013); assessoria aos Kapinawá, em uma conjuntura de reivindicação territorial na retomada de uma fazenda (2011); e nos estudos de regularização territorial das TIs Pankaiwká e Pankarará, e da Terra Quilombola do quilombo indígena Tiririca dos Crioulos (2009-2012). A ideia deste trabalho é refletir o papel dos antropólogos nestes cenários; sobre a natureza e a produção dos mapas, de acordo com as respectivas “finalidades” das ações; sobre o quão diversa pode ser a ideia da participação, também levando em conta a “finalidade” mencionada; e, por fim, como os indígenas/quilombolas tem-se apropriado desses mapeamentos em seu cotidiano. 

  

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