VIEIRA, Suzane de Alencar. 2015. Resistência e Pirraça na Malhada: cosmopolíticas quilombolas no Alto Sertão de Caetité. 425 p. Tese de Doutorado em Antropologia Social. Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social, Museu Nacional, Rio de Janeiro

Gabriela de Paula Marcurio

Resumo


Esta resenha da tese “Resistência e Pirraça na Malhada”, resultado do doutorado de Suzane de Alencar Vieira em Antropologia Social, no Museu Nacional, pretende articular, de forma resumida, as reflexões propostas por essa pesquisa com os quilombolas da Malhada, no sertão da Bahia. Tenho o objetivo de evidenciar os modos de viver e pensar dessa comunidade, de acordo com a pesquisa da antropóloga, elucidando o contexto de ameaças constantes em que vivem: cercados pelos interesses capitalistas sobre suas terras, os quilombolas resistem ao ‘cativeiro’ na tentativa de garantir seus modos de vida. Além de inserir o debate central com a literatura, fundamentado nas perspectivas da antropologia simétrica.

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Referências


CLASTRES, Pierre. 2011. Arqueologia da violência: pesquisas de antropologia política. São Paulo: Cosac Naify.

GUATTARI, Félix. 1990. As três ecologias. Campinas, SP: Papirus.

STENGERS, Isabelle. 2004. The Cosmopolitical Proposal. Oct., 2004. Disponível em: https://balkanexpresss.files.wordpress.com/2013/09/stengersthe-cosmopolitcal-proposal.pdf. Acesso em: 13/05/18.

VIEIRA, Suzane de Alencar. 2015. Resistência e Pirraça na Malhada: cosmopolíticas quilombolas no Alto Sertão de Caetité. 425 p. Tese (Doutorado em Antropologia Social), Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social, Museu Nacional, Rio de Janeiro.


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