O pesquisador, a morte e os mortos; entrevista com Andréia Vicente da Silva

Roberto Barreto Marques

Resumo


 

A entrevista, realizada um pouco a conta-gotas, através de e-mails trocados em um período de tempo que durou cerca de três meses e com o intuito de dar dinamicidade e aproximar de uma conversa, foi gratificante e revelador para mim. Espero que a mesma sensação possa ser sentida pelos leitores, sobretudo para os não iniciados nas pesquisas em antropologia da morte. Boa leitura, boa reflexão.



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