Uso de medicamentos psicoativos entre profissionais de saúde
DOI:
https://doi.org/10.5205/1981-8963-v11i7a23468p2881-2887-2017Palavras-chave:
Saúde mental, Saúde, Psicoativos, Profissionais da saúdeResumo
RESUMO
Objetivo: analisar o uso de medicamentos psicoativos entre profissionais da saúde. Método: estudo descritivo, de abordagem quantitativa, com 123 trabalhadores de dois hospitais públicos, utilizando um questionário para a coleta de dados. Em seguida, os dados foram processados no Excel e analisados com a literatura. Resultados: entre os participantes, 37,4% tinham 16 ou mais anos de atuação na área; 14,6% consideravam-se estressados; 13% sofriam de insônia; 9,76% alegaram que o uso de medicamentos psicoativos tinha relação com o trabalho; na categoria tranquilizantes e ansiolíticos, 37,4% faziam uso desse tipo de medicamento e, na categoria dos opiáceos, 23,5%. Conclusão: a carga horária excessiva de trabalho, o estresse, más condições de trabalho e noites em claro foram mostrados como motivos para o uso desses medicamentos. Descritores: Saúde Mental; Saúde; Psicoativos; Profissionais da Saúde.
ABSTRACTObjective: to analyze the use of psychoactive drugs among health professionals. Method: descriptive, quantitative approach, with 123 workers from two public hospitals, using a questionnaire to collect data. The data was then processed in Excel and analyzed with the literature. Results: among the participants, 37.4% had 16 or more years of work in the area; 14.6% considered themselves stressed; 13% suffered from insomnia; 9.76% claimed that the use of psychoactive drugs was related to work; in the tranquilizing and anxiolytic category, 37.4% used this type of drug and, in the opiates category, 23.5%. Conclusion: excessive workload, stress, poor working conditions and clear nights were shown as reasons for using these medications. Descriptors: Mental Health; Cheers; Psychoactive; Health Professionals.
RESUMEN
Objetivo: analizar el uso de drogas psicoactivas entre profesionales de la salud. Método: estudio descriptivo de un enfoque cuantitativo, con 123 trabajadores de dos hospitales públicos, mediante un cuestionario para la recogida de datos. En seguida, los datos fueron procesados en Excel y analizados con la literatura. Resultados: entre los participantes, 37.4% tenían 16 o más años de experiencia en el área; 14.6% se han considerado con estrés; 13% sufrían de insomnio; 9.76% afirmaba que el uso de drogas psicoactivas tenía relación con el trabajo; y en la categoría de medicamentos ansiolíticos y tranquilizantes, 37,4% hacían uso de este tipo de medicina y, en la categoría de los opiáceos, 23.5%. Conclusión: el exceso de horas de trabajo, estrés, malas condiciones de trabajo y noches sin dormir se mostraban como razones para el uso de estos medicamentos. Descriptores: Salud Mental; Salud; Psicoactivas; Profesionales de la Salud.
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