Processo de terminalidade na unidade de terapia intensiva: estratégias de coping da equipe de enfermagem
DOI:
https://doi.org/10.5205/1981-8963-v7i12a12379p7082-7090-2013Palavras-chave:
Death, Intensive Care Units, NursingResumo
RESUMO
Objetivo: investigar as estratégias de Coping desenvolvidas pela Enfermagem perante o processo de terminalidade em unidade de terapia intensiva. Metodologia: estudo quantitativo, desenvolvido com 88 profissionais de enfermagem de um hospital público e um filantrópico do extremo Sul do Brasil. Os dados foram coletados mediante a aplicação de uma adaptação do Multidimensional Coping Inventary, entre outubro e dezembro de 2012. Utilizou-se análise descritiva e de variância. O estudo recebeu aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa, parecer 16/2012. Resultados: foram construídas cinco categorias, três de coping positivo e duas negativo. O enfermeiro desenvolve estratégias de coping positivo com maior frequência perante o processo de terminalidade, em relação às outras categorias profissionais. Conclusão: a escolha pela estratégia a ser aplicada pode variar individualmente e a percepção por parte da equipe de utilizar ou não as estratégias reforça a necessidade de constantes reflexões, discussões nas equipes de trabalho acerca do processo de terminalidade. Descritores: Morte; Unidades de Terapia Intensiva; Enfermagem.
ABSTRACT
Objective: to investigate the Coping strategies developed by Nursing before the process of terminality in the intensive care unit. Method: quantitative study, developed with 88 nursing professionals of a public hospital and a philanthropist in the extreme south of Brazil. The data were collected through the application of an adaptation of the Multidimensional Coping Inventary, between October and December 2012. It was used descriptive and variance analysis. The study received approval of the Committee of Ethics in Research, opinion 16/2012. Results: five categories were built, three positive coping and two negative coping. The nurse develops positive coping strategies more frequently before the terminality of process in relation to other professional categories. Conclusion: the choice for the strategy to be applied may vary individually and the perception by the team to use or not the strategies reinforces the need for constant reflections, discussions in work teams about the process of terminality. Descriptors: Death; Intensive Care Units; Nursing.
RESUMEN
Objetivo: investigar las estrategias de Coping desarrolladas por la Enfermería frente al proceso de terminalidad en unidad de terapia intensiva. Metodología: estudio cuantitativo, desarrollado con 88 profesionales de enfermería de un hospital público y un filantrópico del extremo Sur de Brasil. Los datos fueron recogidos mediante la aplicación de una adaptación del Multidimensional Coping Inventary, entre octubre y diciembre de 2012. Se utilizó análisis descriptiva y de varianza. El estudio recibió aprobación del Comité de Ética en Investigación, parecer 16/2012. Resultados: fueron construidas cinco categorías, tres de coping positivo y dos de coping negativo. El enfermero desarrolla estrategias de coping positivo con mayor frecuencia frente al proceso de terminalidad, en relación a las otras categorías profesionales. Conclusión: la elección por la estrategia a ser aplicada puede variar individualmente y la percepción por parte del equipo de utilizar o no las estrategias refuerza la necesidad de constantes reflexiones, discusiones en los equipos de trabajo acerca del proceso de terminalidad. Descriptores: Muerte; Unidades de Terapia Intensiva; Enfermería.
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