Estresse e coping entre profissionais de enfermagem de unidades de terapia intensiva e semi-intensiva

Autores

  • Gabriela Alves Vieira da Silva Universidade de São Paulo
  • Graziela de Souza Alves da Silva Universidade de São Paulo
  • Rafaela Andolhe Universidade Federal de Santa Maria
  • Rodrigo Marques da Silva Universidade de Sao Paulo
  • Kátia Grillo Padilha Universidade de São Paulo
  • Ana Lúcia Siqueira Costa Universidade de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.5205/1981-8963-v11i2a13461p922-931-2017

Palavras-chave:

estresse, esgotamento profissional, estresse psicológico, equipe de enfermagem.

Resumo

RESUMO

Objetivo: analisar o estresse e as estratégias de coping da equipe de enfermagem que atua em unidade de terapia intensiva e semi-intensiva. Método: estudo descritivo e quantitativo, realizado com 50 profissionais que atuam em unidade de terapia intensiva e semi-intensiva, utilizando-se formulário de dados biossociais e laborais, escala de estresse no trabalho e escala de coping ocupacional. Resultados: 54% dos profissionais de enfermagem apresentaram baixo estresse e 46% alto estresse. Quando comparadas as categorias profissionais, verificou-se prevalência de alto estresse nos enfermeiros (22%) e baixo estresse nos técnicos de enfermagem (36%). O controle foi a estratégia de coping mais utilizada. Conclusão: predominam profissionais de enfermagem com baixa intensidade de estresse, fato que pode estar relacionado ao predomínio do uso de estratégias de controle, consideradas mais efetivas para lidar com o estresse. Descritores: Estresse; Esgotamento Profissional; Estresse Psicológico; Equipe de Enfermagem.

ABSTRACT

Objective: to analyze the stress and coping strategies of intensive and semi-intensive care unit nursing teams. Method: descriptive and quantitative study conducted with 50 professionals working in intensive and semi-intensive care unit using a form to survey bio-social and labor data, scores in the Work Stress Scale and Occupational Coping Scale. Results: the comparison between nursing categories showed that 22% nurses had low stress and 36% of nursing technicians, high stress. Control was the coping strategy most frequently used. Conclusion: nursing professionals with low level of stress predominated. This may be related to prevalence of use of control strategies, which are considered more effective to deal with stress. Descriptors: Stress; Professional Burnout; Psychological Stress; Nursing Team.

RESUMEN

Objetivo: analizar el estrés y las estrategias de coping del equipo de enfermería que actúa en unidad de terapia intensiva y semi-intensiva. Método: estudio descriptivo y cuantitativo, realizado con 50 profesionales que actúan en unidad de terapia intensiva y semi-intensiva, utilizando un formulario de datos bio-sociales y laborales, escala de estrés en el trabajo y escala de coping ocupacional. Resultados: 54% de los profesionales de enfermería presentaron bajo estrés y 46% alto estrés. Cuando comparadas las categorías profesionales, se verificó prevalencia de alto estrés en los enfermeros (22%) y bajo estrés en los técnicos de enfermería (36%). El control fue la estrategia de coping más utilizada. Conclusión: predominan profesionales de enfermería con baja intensidad de estrés, hecho que puede estar relacionado al predominio del uso de estrategias de control, consideradas más efectivas para lidiar con el estrés. Descriptores: Estrés; Agotamiento Profesional; Estrés Psicológico; Personal de Enfermería.

Biografia do Autor

Gabriela Alves Vieira da Silva, Universidade de São Paulo

Aluna de graduação da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo/USP. São Paulo (SP). Brasil. E-mail: gabriela.alves.silva@usp.br

Graziela de Souza Alves da Silva, Universidade de São Paulo

Aluna de graduação da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo/USP, São Paulo (SP), Brasil. E-mail: graziela.silva@usp.br

Rafaela Andolhe, Universidade Federal de Santa Maria

Docente adjunto do departamento de enfermagem da Universidade Federal de Santa Maria. Doutora em enfermagem na Saúde do Adulto pela Universidade de São Paulo/USP. São Paulo(SP), Brasil. E-mail: rafaelaandolhe@usp.br

Rodrigo Marques da Silva, Universidade de Sao Paulo

Doutorando do Programa de pós-graduação em Enfermagem na Saúde do Adulto (PROESA) da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo/USP, mestre em Enfermagem pela Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria (RS), Brasil. E-mail: marques-sm@hotmail.com

Kátia Grillo Padilha, Universidade de São Paulo

Docente titular do departamento de enfermagem médico-cirúrgica da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo/USP. São Paulo (SP), Brasil. Email: kgpadilh@usp.br

Ana Lúcia Siqueira Costa, Universidade de São Paulo

Docente titular do departamento de enfermagem médico-cirúrgica da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo/USP. São Paulo (SP), Brasil. Email: anascosta@usp.br 

Publicado

12/27/2016

Como Citar

SILVA, Gabriela Alves Vieira da; SILVA, Graziela de Souza Alves da; ANDOLHE, Rafaela; SILVA, Rodrigo Marques da; PADILHA, Kátia Grillo; COSTA, Ana Lúcia Siqueira. Estresse e coping entre profissionais de enfermagem de unidades de terapia intensiva e semi-intensiva. Revista de Enfermagem UFPE on line, Recife, v. 11, n. 2, p. 922–931, 2016. DOI: 10.5205/1981-8963-v11i2a13461p922-931-2017. Disponível em: https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistaenfermagem/article/view/13461. Acesso em: 20 jul. 2026.

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