Violência infanto-juvenil sob a ótica da enfermagem

Autores

  • Nayala Anatália de Lourdes Galindo Instituto Federal de Educação Ciência eTecnologia de Pernambuco- IFPE
  • Cláudia Fabiane Gomes Gonçalves Instituto Federal de Educação Ciência eTecnologia de Pernambuco- IFPE
  • Nelson Miguel Galindo Neto Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco
  • Silvana Cavalcanti dos Santos Instituto Federal de Educação Ciência eTecnologia de Pernambuco- IFPE
  • Cláudia Sorelle Cavalcanti de Santana Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco
  • Ana Carla Silva Alexandre Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco

DOI:

https://doi.org/10.5205/1981-8963-v11i3a13986p1420-1429-2017

Palavras-chave:

Maus-tratos infantis, Enfermagem, Criança, Adolescentes

Resumo

RESUMO

Objetivo: analisar o conhecimento dos enfermeiros acerca dos tipos de violência infanto-juvenil, identificando a conduta, as dificuldades e as possíveis ações de prevenção e promoção à saúde que são desenvolvidas nas Estratégias Saúde da Família. Método: estudo descritivo e exploratório, de abordagem qualitativa, desenvolvido com 18 enfermeiros, por meio de entrevistas semiestruturadas. O tratamento dos dados foi realizado por meio da técnica de Análise de Conteúdo. Resultados: os enfermeiros não se sentem capacitados para lidar com a violência e relatam a existência de inúmeras dificuldades diante do seu enfrentamento. Nota-se ainda uma grande resistência desses profissionais para realizar a notificação, principalmente por terem medo de sofrer represálias. Conclusão: a atuação dos enfermeiros é repleta de desafios. Portanto, é necessário que os municípios invistam em capacitações e na segurança dos seus profissionais. Descritores: Maus-Tratos Infantis; Enfermagem; Criança; Adolescente.

ABSTRACT

Objective: to analyze the nurses' knowledge about the types of child and youth violence, identifying the conduct, the difficulties and possible actions of prevention and health promotion that have been developed in the Family Health Strategies. Method: descriptive and exploratory study, of a qualitative approach, developed with 18 nurses through semi-structured interviews. The treatment of the data was performed through the Content Analysis technique. Results: nurses do not feel able to deal with violence, report the existence of numerous difficulties in confronting it and there is still a great resistance from these professionals to make the notification, mainly because they are afraid of suffering reprisals. Conclusion: nurses' performance is full of challenges. So, it is necessary for municipalities to invest in training and in the safety of their professionals. Descriptors: Child Abuse; Nursing; Children; Adolescent.

RESUMEN

Objetivo: analizar el conocimiento de los enfermeros acerca de los tipos de violencia infanto-juvenil, identificando la conducta, las dificultades y las posibles acciones de prevención y promoción a la salud que son desarrolladas en las Estrategias Salud de la Familia. Método: estudio descriptivo y exploratorio, de enfoque cualitativo, desarrollado con 18 enfermeros, por medio de entrevistas semi-estructuradas. El tratamiento de los datos fue realizado por medio de la técnica de Análisis de Contenido. Resultados: los enfermeros no se sienten capacitados para lidiar con la violencia y relatan la existencia de innúmeras dificultades frente a enfrentamiento. Se nota también una grande resistencia de esos profesionales para realizar la notificación, principalmente por tener miedo de sufrir represalias. Conclusión: la actuación de los enfermeros es repleta de desafíos. Por lo tanto, es necesario que los municipios invierten en capacitaciones y en la seguridad de sus profesionales. Descriptors: Maltrato a los Niños; Enfermería; Niño; Adolescente.

Biografia do Autor

Nayala Anatália de Lourdes Galindo, Instituto Federal de Educação Ciência eTecnologia de Pernambuco- IFPE

Enfermeira, Bacharela em Enfermagem pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco, Campus Pesqueira. 

Cláudia Fabiane Gomes Gonçalves, Instituto Federal de Educação Ciência eTecnologia de Pernambuco- IFPE

Enfermeira. Mestre em Hebiatria. Docente do Curso Bacharelado em Enfermagem do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco, Campus Pesqueira. 

Nelson Miguel Galindo Neto, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco

Doutorando em Enfermagem pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Docente do Bacharelado em Enfermagem do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco, Campus Pesqueira.

Silvana Cavalcanti dos Santos, Instituto Federal de Educação Ciência eTecnologia de Pernambuco- IFPE

Mestre em Saúde pública pela Fiocruz. Docente do Bacharelado em Enfermagem do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco, Campus Pesqueira. 

Cláudia Sorelle Cavalcanti de Santana, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco

Especialista em Saúde pública pela Autarquia Educacional de Belo Jardim (AEB). Fisioterapeuta pelo Centro Universitário de João Pessoa. Graduanda do Bacharelado em Enfermagem do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco, Campus Pesqueira. 

Ana Carla Silva Alexandre, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco

Enfermeira. Mestranda em Ciências Biomédicas. Residente em Urgência e Emergência. Docente do Curso Bacharelado em Enfermagem do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco, Campus Pesqueira. 

Publicado

02/13/2017

Como Citar

GALINDO, Nayala Anatália de Lourdes; GONÇALVES, Cláudia Fabiane Gomes; GALINDO NETO, Nelson Miguel; SANTOS, Silvana Cavalcanti dos; SANTANA, Cláudia Sorelle Cavalcanti de; ALEXANDRE, Ana Carla Silva. Violência infanto-juvenil sob a ótica da enfermagem. Revista de Enfermagem UFPE on line, Recife, v. 11, n. 3, p. 1420–1429, 2017. DOI: 10.5205/1981-8963-v11i3a13986p1420-1429-2017. Disponível em: https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistaenfermagem/article/view/13986. Acesso em: 24 jun. 2026.

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