Trabalho, adoecimento e gestão: a utilização do aparelho aneroide
DOI:
https://doi.org/10.5205/1981-8963-v12i7a231319p1957-1961-2018Palavras-chave:
saúde do trabalhador, enfermagem do trabalho, unidade Básica de Saúde, riscos ocupacionais, pessoal de saúde, política de saúde do trabalhador.Resumo
RESUMO
Objetivo: analisar a utilização do equipamento de esfigmomanômetro aneroide pelos técnicos de Enfermagem. Método: estudo qualitativo, do tipo descritivo, com nove técnicos de Enfermagem. Utilizou-se um questionário semiestruturado, com dados transcritos e analisados pela técnica de Análise de Conteúdo. Resultados: após a análise das falas, emergiram as categorias “A rotina adoece o trabalhador”; “Em casa de ferreiro, o espeto é de madeira” e “Santo de casa não faz milagre”. Percebe-se um trabalhador adoecido pela falta do cumprimento de política à saúde do trabalhador em que se faz necessária uma intervenção ergonômica. Conclusão: o trabalhador entende dos seus direitos, mas, ainda sim, de alguma forma, não os requer em relação às melhorias nas condições de trabalho. Quanto à instituição gestora, cabe adotar medidas de melhorias e absorver a participação dos trabalhadores para que aconteçam as devidas mudanças no seu cenário de trabalho. E se torna necessária a substituição do aparelho aneroide pelo digital em benefício à saúde do trabalhador. Descritores: Saúde do Trabalhador; Enfermagem do Trabalho; Unidade Básica de Saúde; Riscos Ocupacionais; Pessoal de Saúde; Política de Saúde do Trabalhador.
ABSTRACT
Objective: to analyze the use of aneroid sphygmomanometer equipment by nursing technicians. Method: qualitative study, of the descriptive type, with nine nursing technicians. A semi-structured questionnaire was used, with data transcribed and analyzed using the Content Analysis technique. Results: after the analysis of the speech, the following categories emerged "The routine sickens the worker"; "In the blacksmith's house, the skewer is made of wood" and "The House Saint does not work miracles". A worker is affected by the lack of compliance with the worker's health policy in which an ergonomic intervention is necessary. Conclusion: the worker understands his rights, but, somehow, does not require them in relation to improvements in working conditions. As for the management institution, it is necessary to adopt improvement measures and absorb the participation of the workers so that the necessary changes in their work scenario happen. And it is necessary to replace the aneroid apparatus with digital for the benefit of the worker's health. Descritores: Occupational health; Occupational Health Nursing; Health Centers; Occupational Risks; Health Personnel; Occupational Health Policy.
RESUMEN
Objetivo: analizar la utilización del equipo de esfigmomanómetro aneroide por los técnicos de Enfermería. Método: estudio cualitativo, del tipo descriptivo, con nueve técnicos de Enfermería, se utilizó un cuestionario semiestructurado, con datos transcritos y analizados por la técnica de Análisis de Contenido. Resultados: después del análisis de las conversaciones, surgieron las categorías: “La rutina enferma al trabajador”; “En casa de herrero, el asador es de madera”; “Santo de casa, no hace milagro”. Se percibe un trabajador enfermo por la falta del cumplimiento de política a la salud del trabajador en que se hace necesaria una intervención ergonómica. Conclusión: el trabajador entiende de sus derechos, pero sí, de alguna forma, no los requieren en relación a las mejoras en las condiciones de trabajo. En cuanto a la institución gestora, cabe adoptar medidas de mejora y absorber la participación de los trabajadores para que ocurran los debidos cambios en su escenario de trabajo. Y se hace necesaria la sustitución del aparato aneroide por el digital en beneficio de la salud del trabajador. Descritores: Salud Laboral; Enfermería del Trabajo; Centros de Salud; Riesgos laborales; Personal de Salud; Política de Salud Ocupacional.
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