Difficulties faced by adolescents with cancer
DOI:
https://doi.org/10.5205/reuol.2133-15571-1-LE.0510201121Palavras-chave:
enfermagem oncológica, adolescente, pesquisa qualitativa.Resumo
ABSTRACT
Objective: to know the difficulties and ways of coping reported by adolescents with cancer. Methodology: descriptive, and exploratory research with qualitative approach and Bardin’s content analysis, developed from two guiding questions: For you what are the biggest difficulties faced since the diagnosis of your illness? How do you have tackled these difficulties? Data collection was carried out through recorded interviews, held between November 2008 and January 2009 with eight adolescents of both sexes between 12 and 18 years, with cancer, admitted to a house supporting patient with cancer in Sao Paulo, Brazil according the approval by the Research Ethics Committee of Centro Universitario Sao Camilo under the Protocol 153/08. Results: from the analyses of the interviews, eight categories emerged: physical changes caused by the treatment and/or pathology, break from routine and family members, fear of death, concern about family suffering, prejudice, physical dependence, family support and belief/faith. Conclusions: it was possible to understand the difficulties of the reality of adolescents with cancer, as well as their perceptions and the ways adopted by them to tackle the disease. It became evident that health professionals need to recognize that there is a life story and a variety of feelings influenceing the context of this disease. Descriptors: oncologic nursing; adolescent; qualitative research.
RESUMO
Objetivos: conhecer as dificuldades e as formas de enfrentamento relatadas por adolescentes com câncer. Metodologia: pesquisa descritiva e exploratória, com abordagem qualitativa e análise de conteúdo de Bardin, desenvolvida a partir de duas questões norteadoras: Para você quais são as maiores dificuldades que tem enfrentado desde o diagnóstico de sua doença? Como você tem enfrentados essas dificuldades? A coleta de dados foi realizada por meio de entrevistas gravadas, realizadas entre novembro de 2008 e janeiro de 2009 com oito adolescentes de ambos os sexos entre 12 a 18 anos, portadores de câncer, admitidos numa casa de apoio a pacientes com câncer em São Paulo-SP, conforme aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa do Centro Universitário São Camilo, sob o Protocolo nº 153/08. Resultados: A partir das análises das entrevistas, emergiram oito categorias: as alterações físicas decorrentes do tratamento e/ou da patologia, afastamento da rotina e da família, medo da morte, preocupação com o sofrimento da família, discriminação, dependência física, apoio familiar e crença/fé. Conclusões: foi possível compreender as dificuldades da realidade dos adolescentes com câncer, bem como suas percepções e as formas adotadas por eles para enfrentar a doença. Ficou evidente que os profissionais de saúde precisam reconhecer que há uma história de vida e uma variedade de sentimentos que influenciam o contexto dessa doença. Descritores: enfermagem oncológica; adolescente; pesquisa qualitativa.
RESUMEN
Objetivo: conocer las dificultades y las formas de enfrentamiento reportadas por adolescentes con cáncer. Metodología: investigación descriptiva y exploratoria, con abordaje cualitativo y análisis de contenido de Bardin, desarrollada a partir de dos preguntas orientadoras: ¿Para usted cuáles son las mayores dificultades enfrentadas desde el diagnóstico de su enfermedad? ¿Cómo usted ha enfrentado estas dificultades? La recogida de datos se realizó por medio de entrevistas grabadas realizadas entre noviembre de 2008 y enero de 2009, con ocho adolescentes de ambos sexos entre 12 y 18 años, con cáncer admitidos en una casa de apoyo a pacientes con cáncer en São Paulo, Brasil, como aprobado por el Comité de Ética en Investigación del Centro Universitário São Camilo, bajo el Protocolo 153/08. Resultados: desde los análisis de las entrevistas, surgieron ocho categorías: cambios físicos resultantes del tratamiento y/o patología, alejamiento de la rutina y la familia miedo de la muerte, preocupación con el sufrimiento de la familia, discriminación, dependencia física apoyo familiar y creencia/fe. Conclusiones: se pudo comprender las dificultades de la realidad de los adolescentes con cáncer, así como sus percepciones y las formas adoptadas por ellos para hacer frente a la enfermedad. Restó evidente que los profesionales de salud tienen que reconocer que hay una historia de vida y una variedad de sentimientos que influyen en el contexto de esa enfermedad. Descriptores: enfermería oncológica; adolescente; investigación cualitativa.
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