Syphilis seroprevalence of women in puerperium and vulnerability in prenatal care
DOI:
https://doi.org/10.5205/1981-8963-v6i6a7234p1295-1301-2012Palavras-chave:
sifilis, gestação, puerpério, doença sexualmente transmissível, prevalênciaResumo
ABSTRACT
Objectives: to determine the seroprevalence rate of maternal syphilis in a Maternity Hospital in the city of São Paulo and to present women’s epidemiological and social demographic profile. Methodology: this is a descriptive, prospective study with randomized cases of maternal syphilis. The sample with 400 puerperal mothers was carried out from January to April 2009. Data collection consisted of interviews with puerperal women complemented with secondary data contained in medical records and in the prenatal care file. This research was approved by the Ethics Committee of the School of Nursing, University of Sao Paulo, under the nr 770/2008/CEP-EEUSP, CAAE n.3385.0.000.196-08. Results: most seropositive mothers had ages ranging from 26 years or more, were of mixed ethnicity, incomplete high-school, and were in a stable union. The multiparous women started prenatal care with 16 weeks of gestation or less, had six or more prenatal visits, did not contract other infections from sexual contact other than syphilis, maintained unprotected sexual contact during pregnancy and had vaginal delivery as a result of pregnancy. Of the 400 interviewed mothers, 3.25% presented positive serum samples in the first quarter and were treated. Of these, 2.75% remained seropositive in the second quarter and were identified, and 1.25% of them remained positive on hospital admission screening. All partners were treated. Conclusion: This study showed that even with an adequate number of prenatal visits and treatment, it was not satisfactory to guarantee the control of syphilis, which could only be effectively prevented and controlled in an adequate manner when prevention control measures are effectively applied in prenatal care. Descriptors: syphilis; pregnancy; puerperium; sexually transmitted diseases; prevalence.
RESUMO
Objetivos: identificar a soroprevalência de sífilis materna em um Hospital Maternidade de São Paulo/SP e apresentar o perfil sociodemográfico e epidemiológico das puérperas. Método: estudo descritivo, prospectivo, aleatório de casos de sífilis materna. A amostra foi constituída por 400 puérperas, nos meses de janeiro a abril de 2009. A coleta de dados se deu por meio de entrevistas, complementadas com os dados secundários do prontuário e da carteira de pré-natal, após a aprovação pelo Comitê de Ética da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo, Parecer 770/2008/CEP-EEUSP, CAAE n.3385.0.000.196-08. Resultados: a maioria das puérperas soropositivas tinha 26 anos ou mais, cor parda, ensino médio incompleto e união estável; multíparas, iniciaram o pré-natal com 16 semanas ou menos de gestação, realizando 6 consultas ou mais. Além disso, não contraíram outras infecções de contato sexual além da sífilis, mantiveram relação sexual desprotegida durante a gestação e parto vaginal como desfecho. Das 400 puérperas entrevistadas, 3,25% eram sororeagentes no 1º. trimestre e foram tratadas. Destas, 2,75% permaneceram soropositivas no 2º trimestre e foram retratadas, sendo que 1,25% delas mantiveram resultado positivo na triagem da internação hospitalar. Todos os companheiros foram tratados. Conclusão: mesmo tendo número adequado de consultas pré-natal e recebido tratamento, não foi suficiente para garantir o controle da sífilis, que só poderá ser efetivamente prevenida e controlada, de forma satisfatória, quando as medidas de prevenção e controle forem efetivamente aplicadas na assistência pré-natal. Descritores: sifilis; gestação; puerpério; doença sexualmente transmissível; prevalência.
RESUMEN
Objetivos: identificar la seroprevalencia de sífilis materna en un hospital maternidad de la ciudad de São Paulo y presentar el perfil epidemiológico y sociodemográfico de las mujeres puérperas. Metodología: estudio descriptivo, prospectivo, aleatorio para los casos de sífilis materna. La muestra de 400 puérperas ocurrió en los meses de enero a abril de 2009. La colecta de los datos consistió de entrevistas con las madres puérperas, y con los datos secundarios que figuran en los registros médicos y en la cartera de atención prenatal. La investigación fue aprobada por el Comité de Ética de la Escuela de Enfermería de la Universidad de Sao Paulo, parecer de no. 770/2008/CEP-EEUSP, CAAE n.3385.0.000.196-08. Resultados: la mayoría de las puérperas seropositivas tenían 26 años o más, eran de origen étnico mixto, con enseñanza secundaria incompleta y unión estable. Las multíparas comenzaron la atención prenatal con 16 semanas de gestación o menos, realizando seis o más consultas, no contrajeron infecciones otras por el contacto sexual que no sea la sífilis, mantuvieron relaciones sexuales sin protección durante el embarazo y tuvieron parto vaginal como resultado del embarazo. De las 400 madres entrevistadas, 3,25% eran suero reactivo en el primer trimestre y fueron tratadas. de éstas, 2,75% han permanecido seropositivas en el segundo trimestre y fueron retratadas, siendo que 1,25% de ellas se mantuvo con resultado positivo en el examen al ingreso hospitalario. Todos los compañeros fueron tratados. Conclusión: este estudio demostró que a pesar de un número adecuado de controles prenatales y con el tratamiento recibido, esto no fue suficiente para garantizar el control de la sífilis, que sólo puede ser efectivamente prevenida y controlada de manera satisfactoria cuando las medidas de prevención y control sean efectivamente aplicadas en la atención prenatal. Descriptores: sífilis; embarazo; puerperio; enfermedades de transmisión sexual; prevalencia.
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