CRIANÇA E TECNOLOGIA: DESCOBRINDO ESSA RELAÇÃO POR MEIO DA TÉCNICA DE GRUPO FOCAL

Marcela arolinny da Silva Costa, Viviane de Bona

Resumo


As concepções sobre a infância mudam historicamente, assim como as crianças estão em contínua transformação em função do meio social onde se desenvolvem, o que motiva preocupações e investigações que se atentem aos processos de socialização infantil. De acordo com Buckingham (2007), a tecnologia é vista como transformadora das relações sociais e dos modos de ser e agir no mundo. Sendo assim, pode ser responsável pela transformação de representações sociais, como por exemplo, as compartilhadas por crianças ou sobre elas. Para compreender as relações que se estabelecem entre as crianças e as tecnologias, deve-se apreciá-las observando as nuances que podem emergir dessa relação, bem como valorizar as diferentes formas que as infâncias são definidas (BUCKINGHAM, 2007). A partir destas constatações, este trabalho visou compreender a construção da infância em um contexto atual de expansão tecnológica na sociedade e nas escolas. Mais especificamente buscou relacionar dados de uma etapa já desenvolvida em uma fase anterior com as informações advindas de grupos focais, constituintes da fase subsequente e complementar da pesquisa. Destacamos que a pesquisa assume como aporte teórico a Teoria das Representações Sociais.

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Referências


BARDIN, L. L’analyse de contenu. 10.ed. Paris: PUF - Presses Universitaires de France, 2001.

BUCKINGHAM, D. Crescer na era das mídias eletrônicas. São Paulo: Loyola, 2007.

GATTI, B. A. Grupo focal na pesquisa em Ciências Sociais e Humanas. Brasília: Liber Livro Editora, 2005.

PAIVA, N. M. N.; COSTA, J. S. A influência da tecnologia na infância: desenvolvimento ou ameaça?. Psicol Pt. 1-13, 2015.


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Revista Semana  Pedagógica ISSN 2595-1572 (on line)