EFÊMERO: DIVAGAÇÕES SOBRE EXPERIÊNCIA, EDUCAÇÃO E SOLIDÃO

Josineide Soares de Lima

Resumo


A experiência a cada dia torna-se questionável, pois as formas como vemos a nós mesmos diante do outro e da sociedade muitas vezes nos fragilizam e as tentativas de nos moldar a estruturas e normas institucionalizadas acabam por agredir as formas de nos relacionarmos. O que corrobora com que o sentimento de solidão, culminando para uma sociedade de indivíduos adoecidos, e para a fragmentação de suas experiências. O que nos faz pensar que tipo de indivíduo chega no espaço escolar e como esse mesmo espaço dita formas de ser desses sujeitos, diante disso, divago entre uma questão e outra fazendo uso de um conto de Clarice e de alguns textos vivenciados durante o primeiro período de 2018.1 na disciplina de Educação Cultura e Sociedade. A vivência na disciplina contribuiu para pensar a educação e como a mesma pode nos dar subsídios que contribuam para a formação dos indivíduos.

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Referências


BAUMAN, Zygmunt. Modernidade Líquida. Editora Zahar, Rio de Janeiro, 2001.

LARROSA, Jorge. Tremores; escritos sobre experiência. Tradução de Cristina Antunes, João Wanderley Geraldi. – 1 ed; 2. Reimp. Belo Horizonte: Autêntica, 2016.

LARROSA, Jorge. “Tecnologias do eu e educação”. In: Silva, Tomaz Tadeu. O sujeito da educação. Petrópolis: Vozes, 1994, p.35-86.

LISPECTOR, Clarice. Os desastres de Sofia. In.: Felicidade Clandestina. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

VEIGA-NETO, Alfredo. Educação e Governamentalidade Neoliberal: novos dispositivos, novas subjetividades. Disponível em: http://www.lite.fe.unicamp.br/cursos/nt/ta5.13.htm. Acesso em 10/05/2018.


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Revista Semana  Pedagógica ISSN 2595-1572 (on line)