AS REPRESENTAÇÕES DO ESPAÇO RURAL NA LITERATURA MODERNISTA, À EXEMPLO DO PERSONAGEM JECA TATÚ

Walter Roberto Marschner

Resumo


O presente artigo analisa a dicotomia socialmente construída entre cidade e campo. Para tanto traça um paralelo entre literatura brasileira e pensamento social, investigando a origem da hierarquização desses dois espaços, comumente chamados de urbano e rural. Como estudo de caso toma o personagem Jeca Tatú, da obra do escritor modernista Monteiro Lobato como tipificação negativa do homem do campo, contribuindo assim para a construção da subalternidade do espaço rural. O artigo traz por fim consequências para discutir os processos identitários nas relações cidade e campo.


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@ 2012 - PPGS - Revista do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UFPE.

ISSN Impresso 1415-000X

ISSN Eletrônico 2317-5427