O JOGO DO PODER NA PRODUÇÃO DO ESPAÇO DO RECIFE

Mariana Zerbone Alves de Albuquerque, Edvânia Torres Aguiar Gomes

Resumo


A cidade do Recife tem passado por uma intensa transformação urbana nos últimos 15 anos, decorrente da articulação entre o Estado e empreendedores urbanos. A reprodução deste espaço tem sido conduzida pelos blocos de poder de interesse econômico movidos pelo “jogo” e por “jogadores”, em escalas distintas. A pesquisa parte da premissa de que os “jogos” estabelecidos pelas relações de poderes econômicos no conjunto de intervenções urbanísticas contam com a racionalidade intrínseca, oriunda da articulação do Estado e empreendedores urbanos, cada qual com poderes específicos na produção do espaço. Deste modo, nesta pesquisa, buscou-se compreender como se estabelece a lógica de produção do espaço pelos agentes hegemônicos no Recife, a partir da implantação de grandes projetos urbanos, como a Via Mangue e o Porto Novo. 


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