Escrita de si: narrativas, constituição subjetiva e ação docente
DOI:
https://doi.org/10.51359/1982-6850.2020.250087Palavras-chave:
narrativas, formação docente, subjetividade, psicanálise e educaçãoResumo
Pensar a Formação Docente na dimensão pessoal e profissional implica refletir a respeito da singularidade, historicidade e subjetividade produzindo sentidos e significados no processo de apropriação e transmissão do conhecimento. Este estudo qualitativo teórico-reflexivo, tem por objetivo apresentar a abrangência das narrativas escritas, como possibilidades para compreensão da constituição docente e possíveis repercussões na práxis educativa. Considera-se que nuances das narrativas permitem contemplar o desenvolvimento humano no sentido subjetivo e singular do Eu professor. Como premissa norteadora, sustenta-se que, para alcançar resultados desejáveis na ação docente, faz-se necessário o entendimento do contexto em que os professores estão inseridos. Utilizase referenciais do aporte teórico da psicanálise e educação. Para tanto a abordagem biográfica de narrativas escritas: memória educativa, autobiografia, histórias de vida e memorial acadêmico, são reconhecidas como produtoras de sentidos e significados para o desenvolvimento e constituição subjetiva docente com possíveis implicações na experiência educativa.Referências
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