Ekomo, de María Nsue Angüe

uma releitura crítica por Droh Joël Arnauld Keffa

Autores

DOI:

https://doi.org/10.51359/2175-294x.2026.266598

Palavras-chave:

literatura africana, María Nsue Angüe, cultura fang, tradição e modernidade, resistência pós-colonial

Resumo

Este artigo propõe uma releitura crítica do romance Ekomo (1985), de María Nsue Angüe, sob a perspectiva da reconstrução identitária e da valorização das epistemologias africanas frente às heranças coloniais. Ao retomar a obra fundacional da literatura guineo-equatoriana escrita por uma mulher, Droh Joël Arnauld Keffa analisa como Ekomo transcende os limites do relato ficcional para afirmar uma voz ancestral enraizada na cultura fang. A abordagem destaca o papel da oralidade, dos símbolos sagrados, dos provérbios e dos espaços rituais como dispositivos literários que restituem à narrativa africana seu caráter de resistência e agência cultural.

Biografia do Autor

Rodrigo Felipe Veloso, Universidade Estadual de Montes Claros

Universidade Estadual de Montes Claros. Professor no Departamento de Comunicação e Letras da Unimontes. Doutor em Letras Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) pela e Pós-Doutor em Letras: Estudos Literários pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). E-mail: rodrigof_veloso@yahoo.com.br.

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Publicado

03-06-2026

Como Citar

Veloso, R. F. (2026). Ekomo, de María Nsue Angüe: uma releitura crítica por Droh Joël Arnauld Keffa. Revista Investigações, 39(especial). https://doi.org/10.51359/2175-294x.2026.266598