Corpos efeminados na escola: a subalternidade em um espaço excludente

Robson Guedes da Silva, Karina Mirian da Cruz Valença

Resumo


Este estudo se objetificou em abordar a escola enquanto dito espaço de inclusão e diversidade, mas, que na práxis se configura e reverbera em sua forma excludente e normativa, não respeitando as subjetividades dos corpos contidos nela. Não obstante, esta pesquisa se empenhou em abordar a importância de problematizar as questões de gênero dentro do cotidiano escolar através de suas práticas pedagógicas, bem como denotar os variados preconceitos que se direcionam aos estudantes que não se enquadram em padrões patriarcais de expressões de gênero, no que se concerne ao masculino, sendo objetificados e chamados de efeminados e de bichas. A pesquisa, utilizando-se de entrevistas semiestruturadas em sua metodologia, possuiu o intuito de analisar as concepções dos professores e estudantes de uma escola estadual da cidade do Recife-PE; acerca das expressões de gênero, bem como o entendimento sobre os termos efeminados e bichas. Além de perceber como a escola em sua gestão, coordenação pedagógica e professores trabalha pedagogicamente com esses corpos lidos como subalternos.

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