GÊNERO E FEMINISMO: COMO DISPOSITIVO DE SAÚDE MENTAL PARA MULHERES SURDAS NO PROJETO MULHERES MIL

Autores

  • Waléria Batista da Silva Vaz Mendes Instituto Federal de Goiás
  • Cátia Dias Marques Instituto Federal de Goiás

DOI:

https://doi.org/10.32359/debin2025.v8.n30.p20-41

Palavras-chave:

Mulheres Mil, Mulheres Surdas, Empoderamento

Resumo

Esse artigo, baseado em revisão de literatura e documental, com abordagem qualitativa e descritiva, examina o Programa Mulheres Mil como mediador, na abordagem de conceitos de gênero, feminismo e violência da mulher, com foco nas mulheres surdas. Analisando os curtas-metragens: Sou Mulher, Sou Surda! e Seremos Ouvidas, notou-se que, embora, a Libras seja regulamentada no Brasil, mulheres surdas continuam a enfrentar barreiras linguística, resultando em desafios ao acesso de informações que intensificando a desproteção, tornando-as ainda mais expostas às múltiplas formas de violência de gênero. O Mulheres Mil pode oferecer conhecimentos às mulheres surdas favorecendo espaços de escuta, acolhimento, diálogo, troca de experiências e orientações para que elas resistam a abusos psíquicos e morais, atuando como um dispositivo de promoção da saúde mental e empoderamento, além de as tornarem protagonistas de suas próprias trajetórias, em especial no mundo do trabalho.

Biografia do Autor

Waléria Batista da Silva Vaz Mendes, Instituto Federal de Goiás

Doutora em Educação, Professora-orientadora do Mestrado Profissional em Educação Profissional Tecnológica – PROFEPT.

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Publicado

2026-04-04

Como Citar

Mendes, W. B. da S. V., & Dias Marques, C. (2026). GÊNERO E FEMINISMO: COMO DISPOSITIVO DE SAÚDE MENTAL PARA MULHERES SURDAS NO PROJETO MULHERES MIL. Revista Debates Insubmissos, 8(30), 20–41. https://doi.org/10.32359/debin2025.v8.n30.p20-41

Edição

Seção

Artigos Livres