“NÃO MORRERAM DE AMOR, MORRERAM DE PROMISCUIDADE, MORRERAM POR DESCUIDO MESMO”: DISCURSOS DE PROFESSORAS SOBRE TENDENCIOSIDADES E VULNERABILIDADES AO HIV/AIDS MEDIADOS POR ARTEFATOS CULTURAIS
DOI:
https://doi.org/10.32359/debin2018.v1.n1.p138-157Resumen
Trago nesse artigo uma análise dos principais discursos sobre tendenciosidades e vulnerabilidade são vírus HIV e a Aids construídos por três professoras do componente curricular Educação para a Sexualidade de uma escola dos anos finais de um município no interior baiano. A construção desses discursos se deu durante um encontro formativo realizado com as professoras na escola mediado por artefatos culturais. O encontro fazia parte de uma proposta formativa na área de sexualidade e saúde que foi pensada a partir de uma perspectiva pós – estruturalista e inspirada no saber da experiência de Jorge Larrosa. Chamo atenção nesse estudo para algumas percepções, incômodos e estigmas manifestados diante do tema, especialmente, sobre a suposta banalização do HIV/Aids, a aversão às relações ditas promíscuas e o suposto tendenciamento dos artefatos culturais e sua relação com o aumento da vulnerabilidade dos/as jovens.Descargas
Publicado
2018-05-07
Cómo citar
Souza, L. M. de, & Souza, M. L. de. (2018). “NÃO MORRERAM DE AMOR, MORRERAM DE PROMISCUIDADE, MORRERAM POR DESCUIDO MESMO”: DISCURSOS DE PROFESSORAS SOBRE TENDENCIOSIDADES E VULNERABILIDADES AO HIV/AIDS MEDIADOS POR ARTEFATOS CULTURAIS. Revista Debates Insubmissos, 1(1), 138–157. https://doi.org/10.32359/debin2018.v1.n1.p138-157
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Dossiê
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Derechos de autor 2018 Revista Debates Insubmissos

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