Que burburinhos matemáticos um docente traz pelas margens?

Kátia Liége Nunes Gonçalves

Resumo


Os entreOlhAres que pretende levantar este artigo passa pela atualização das virtualidades da sala de aula, como um coletivo de forças, em que um professor de escola ribeirinha se movimenta pelas/nas margens de um igarapé e provoca turbulências, brechas, fissuras e muitas outras coisas que se convertem em agenciamentos e acontecimentos quando discute matemáticas. A escritura-devir desse artigo convoca a um passeio rizomático, que principiou num piscar de um pensamento, uma tese... Trafegará por entre as matemáticas por vias errantes, Educação Matemática e Educação Matemática Ribeirinha e Matemáticas... Matemáticas-Deseducadas... Busca fôlego na Filosofia da Diferença de Deleuze e Guattari, tomando-os como intercessores criativos, por fervilhar o pensamento fissurando o dado. Cederá espaço à CARTOgrafia antropofágica, ao mapeamento de afecções, as transFormação da paisagem, experimentação de escriturAções com imagens, provocando os olhAres do corpo vibrátil de potência caleidoscópica. As fotoGrafias também serão vistas como uma força, regiões de intensidade do entreLugar. Uma docência-caleidoscópica pronta a inSurgir, contra a maquinaria do currículo arborescente e a rizomar um pensar em Matemáticas-Deseducadas nas aulas em escolas RIObeirinha, nas águas turbulentas e profundas e... e...   


Palavras-chave


Escrita-vida. Matemáticas-Deseducadas. Docência-caleidoscópica. CARTOgrafia.

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DOI: https://doi.org/10.36397/emteia.v9i2.237660

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