PROBABILIDADE NA EDUCAÇÃO BÁSICA: UMA PROPOSTA DE JOGO COMO RECURSO DIDÁTICO

Rodrigo Castelo Branco Herzog, Clarissa Coragem Ballejo, Magnus Cesar Ody, Elisabete Rambo Braga, Lori Viali

Resumo


Este artigo teve como objetivo investigar a ideia intuitiva de probabilidade com o recurso de um jogo didático, denominado “7 da sorte”. A atividade, que consiste no arremesso de pares de dados pelos alunos, foi aplicada em um grupo de 12 estudantes do 7º ano do Ensino Fundamental de uma escola da rede particular de Porto Alegre – RS. A principal finalidade foi a análise das respostas dadas pelos estudantes acerca do porquê, em um experimento da soma das faces de dois dados lançados, a soma 7 aparece com maior frequência e a soma 1 não ocorre, entre outros aspectos. Essa investigação foi fundamentada nas demandas cognitivas necessárias para o entendimento da probabilidade, descritas por Peter Bryant e Terezinha Nunes. Observou-se que tal prática proporcionou um ambiente propício para a compreensão da ideia intuitiva de probabilidade. Dessa maneira, o jogo “7 da sorte” se mostra como alternativa didática para a introdução deste tema nos anos finais do ensino fundamental.


Palavras-chave


Ensino e Aprendizagem de Probabilidade, Jogo de Construção, Educação Básica, Compreensão da aleatoriedade, Espaço Amostral

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DOI: https://doi.org/10.36397/emteia.v10i2.239544

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