APROXIMAÇÃO E EMERGÊNCIA PARA UMA POSTURA EMANCIPATÓRIA NO ENSINO DA GEOGRAFIA – BEM-VINDOS À INCERTEZA

Antônio Carlos Castrogiovanni, Bruno Nunes Batista

Resumo


Como construir conhecimento geográfico na contemporaneidade? Quais caminhos podem ser tomados na formação docente frente às expectativas da sociedade da informação? Existe no presente uma racionalidade pedagógica? Através desses e de outros questionamentos, o artigo tem como objetivo encetar uma reflexão acerca do ensino de Geografia enquanto uma emancipação docente e discente alicerçada na oportunidade à criatividade e que trabalhe pela incerteza. Para isso, é elencado o pensamento complexo e seus princípios, presentes na obra de Edgar Morin, no âmbito de uma conexão com a Geografia escolar. Um conhecimento aproximativo, provisório e unido pela totalidade da cultura, da biologia e da sociedade constitui uma âncora para o professor ressignificar sua prática e dar sentido ao seu conhecimento e mobilizando saberes, representa de forma semelhante, um ideal de planejamento didático como artefato estratégico, consciente das aleatoriedades do espaço geográfico e aberto às aventuras do acaso e da imprevisibilidade histórica. Nesse sentido, a obra de Edgar Morin contempla não uma inovadora educação, mas um outro olhar sobre os processos pedagógicos, que começam a serem pensados pela ótica da compreensão humana, da religação de saberes e do restabelecimento da ética e da solidariedade, em meio à globalização.


Palavras-chave


Ensino de Geografia; Formação de Professores; Docência e Pesquisa

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DOI: https://doi.org/10.51539/2594-9616.2018.240410



INDEXADORES E BASE DE DADOS

 

 

 

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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