Paulo Freire: pensador da denúncia e da enunciação

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.51359/2675-7354.2021.251432

Palabras clave:

opressão, denúncia, enunciação, liberdade

Resumen

Neste texto, evidenciam-se argumentos filosóficos, sociológicos e pedagógicos em obras de Paulo Freire, com destaque às pedagogias, por meio de um exercício de compreensão em três momentos: o primeiro, uma síntese de pensadores que contribuíram ao seu pensamento; o segundo, uma análise constando de formulações freireanas próprias; e o terceiro expressa uma nova síntese das anteriores que reafirma o seu pensar direcionado ao agir. Expõe-se a sua crítica à educação dominante na sociedade e a denúncia como uma educação opressora. Além disso, apresenta-se a sua visão educativa para além dessa crítica – uma pedagogia que suplante a opressão, caracterizando Freire como um pensador da denúncia e da enunciação.


Biografía del autor/a

José Francisco de Melo Neto, Universidade Federal da Paraíba (UFPB)

Graduou-se em Química pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB - 1977) e Especializou-se em Química pelas Universidades: Estadual da Paraíba/Universiade Federal de Penambuco(UFPE), em 1979. Graduou-se em Filosofia pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB - 1997), com mestrado em Educação pela Universidade de Brasília (UnB - 1984) e doutorado em Educação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ - 1996). Realizou programa pós-doutoral na Universidade de São Paulo (USP - 2003). É professor titular da Universidade Federal da Paraíba, com experiência na área de Educação promovendo a interdisciplinaridade. Em Educação Popular, desenvolve atividades nos seguintes campos: Fundamentos Filosóficos e Análises de Experiências da Educação, em Educação Popular nos Movimentos Sociais e em programas e projetos de Extensão Popular, em especial, aqueles voltados à economia solidária popular.

Citas

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Publicado

2021-09-01

Cómo citar

Melo Neto, J. F. de. (2021). Paulo Freire: pensador da denúncia e da enunciação. Estudos Universitários, 38(1), 67–94. https://doi.org/10.51359/2675-7354.2021.251432