Romances de Graciliano Ramos. A reinvindicação social no diálogo
Palavras-chave:
UFPE, Estudos Universitários, Revista de cultura, Joel PontesResumo
Uma primeira observação de quem estuda o diálogo nos romances de Graciliano Ramos: Caetés (1933) tem que ser examinado à parte. Levando-se em conta que só fo publicado cinco anos depois de escrito (R. Morel Pinto, op. cit.) ou nove anos depois (H. Pereira da Silva, op. cit.) mas sobretudo examinando-se o que significa junto aos demais romances, pode-se dizer com justiça que o diálogo aí aparece muito e vale pouco enquanto nas obras posteriores de Graciliano Ramos dá-se exatamente o contrário: por ser escasso e utilizado em última instância, sobe de valor como componente estético e documento da realidade.Downloads
Como Citar
Pontes, J. Romances de Graciliano Ramos. A reinvindicação social no diálogo. Estudos Universitários, 6(2), 99–106. Recuperado de https://periodicos.ufpe.br/revistas/estudosuniversitarios/article/view/255070
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