Construção identitária da mulher sem terra: "ditos" e " não ditos" no jornal sem terra
Palavras-chave:
UFPE, Estudos Universitários, Revista de cultura, Gema Galgani Silveira Leite Esmeraldo, jornal sem terra, movimento de família, mulher rural, ação políticaResumo
O texto mobiliza leitores a descobrirem interfaces que se realizam na sua construção teórico-metodológica. Através da leitura de matérias do Jornal sem terra, faz diálogos com entrevistas e diário de campo e produz argumentações em conversa com a antropologia, sociologia e história. O jornal sem terra é produzido desde o ano de 1981 pelo Movimento dos trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Este traz na sua origem a marca de "movimento de família" que o distingue em relação aos sujeito sociais que integram a organização de outros movimentos sociais rurais e urbanos (ex: movimento sindical, centrais sindicais) e de partidos políticos. A mulher é levada a produzir sua existência de forma suboirdinada à condição familiar e conjugal. Mas o texto identifica marcações destoantes de mulheres rurais que buscam construir identidades políticas e profissionais e o reconhecimento de sua condição de classe social.Downloads
Como Citar
Esmeraldo, G. G. S. L. (2012). Construção identitária da mulher sem terra: "ditos" e " não ditos" no jornal sem terra. Estudos Universitários, 30(11), 61–77. Recuperado de https://periodicos.ufpe.br/revistas/estudosuniversitarios/article/view/256230
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