Juventudes periféricas e redes digitais: hegemonia algorítmica e insurgência simbólica
DOI:
https://doi.org/10.51359/2675-7354.2025.268332Palavras-chave:
juventudes periféricas, geração z, redes digitais, hegemonia algorítmica, participação socialResumo
Este ensaio teórico, de abordagem crítico-interpretativa, analisa as formas contemporâneas de participação social entre juventudes periféricas da Geração Z, geração nascida a partir de meados dos anos 1990 junto à expansão da internet. A investigação articula referências bibliográficas críticas e observação de fenômenos sociais recentes, discutindo como as juventudes resistem aos processos de plataformização da vida, vigilância algorítmica e aprofundamento das desigualdades. O estudo examina o uso político das redes digitais como território de disputa simbólica e visibilidade seletiva, evidenciando a construção de subjetividades insurgentes que desafiam a lógica da exposição neoliberal e da invisibilidade social. Ao iluminar as contradições entre hegemonia algorítmica e práticas contra-hegemônicas no cotidiano digital, o artigo contribui para compreender as potencialidades e os limites da ação política juvenil em contextos periféricos.
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