Da ludicidade à ética digital: percursos formativos com inteligência artificial em diferentes contextos educacionais
DOI:
https://doi.org/10.51359/2675-7354.2025.268460Palabras clave:
inteligência artificial, letramento digital, sistema tecnodiscursivo adaptativo, ética digital, formação docenteResumen
Este artigo apresenta um relato de experiência sobre três percursos formativos realizados em diferentes contextos educacionais, todos voltados ao uso crítico e pedagógico da Inteligência Artificial (IA) na produção textual e na formação ética. As ações foram desenvolvidas junto a crianças e adolescentes da Educação Básica, estudantes de graduação e profissionais da educação, articulando teoria, prática e reflexão social. A metodologia baseou-se em oficinas teórico-práticas interativas, adaptadas às especificidades de cada público. Na Educação Básica, os participantes criaram animações curtas com apoio das ferramentas ChatGPT, Mootion e Flow; entre graduandos, foram exploradas estratégias de escrita acadêmica e prompt engineering; e, com docentes e gestores, discutiram-se ética digital, redação oficial e conformidade com a LGPD. Os resultados indicam que a IA, quando utilizada de forma crítica e contextualizada, favorece o desenvolvimento do letramento digital e da autonomia intelectual. Conclui-se que a análise desses percursos, sob a lente do Sistema Tecnodiscursivo Adaptativo, revela como a IA Generativa (IAGen) atua como um agente enunciador na coescrita humano-máquina. Práticas educativas que integram ludicidade, autoria e uma Ecologia Ético-Discursiva Algorítmica ampliam as possibilidades de inovação pedagógica e de reflexão sobre o papel humano frente aos desafios éticos da mediação tecnológica.
Citas
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