O Tinder é uma Prateleira e Eu sou um Produto

Hellen Taynan Cavalcanti, Nelsio Rodrigues Abreu, Renata Francisco Baldanza

Resumo


A Lógica Dominante do Serviço (LDS) pontua que interações entre atores provocam mudança do valor tangível para intangível. Trocas econômicas e sociais geram valor e os atores tornam-se recursos operantes fundamentais na criação benefícios estratégicos. Os aplicativos virtuais (app) possibilitam trocas onde usuários são consumidores e produtores daquilo que buscam. Assim, o artigo propõe responder como os atores se constituem fonte de benefícios estratégicos. Os resultados mostram que o Tinder é o bem a ser operacionalizado e utilizado pelos consumidores, mas são as interações que mantém o Tinder ativo. Logo, os recursos operantes são vistos em conjunto. Pontua-se que usuários que fazem uso diferente da proposta têm uma percepção de valor maior do que aqueles que utilizam na intenção proposta. Admite-se que o Tinder infere objetificação do consumidor que ao mesmo tempo é servido pelo serviço, mas serve a ele em uma dinâmica essencial para que o app permaneça ativo.


Palavras-chave


Lógica Dominante do Serviço; Recursos Operantes; Observação Participante; Tinder

Texto completo:

PDF 137-152


DOI: https://doi.org/10.21714/1679-18272019v17n2.p137-152

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