Práticas de controle e resistência no cotidiano de professores da educação superior
DOI:
https://doi.org/10.51359/1679-1827.2026.265085Palavras-chave:
práticas de poder, práticas de resistência, educação superior, professor, estudos organizacionaisResumo
Objetivo: O objetivo deste artigo foi analisar as práticas de poder e de resistência no cotidiano de professores da educação superior do campo de Estudos Organizacionais. Foucault defende que o poder está presente em todos os âmbitos da vida social, manifestando-se nas redes de relações que moldam as estruturas sociais. Para Certeau (1994), o cotidiano é entendido como aquilo que é entregue diariamente. O cotidiano é uma forma de opressão presente no momento vivido, ao mesmo tempo em que é uma história em formação, que se aproxima de maneira sutil, por vezes encoberta ou parcialmente revelada.
Método/abordagem: O estudo adotou uma abordagem qualitativa e os sujeitos de pesquisa foram professores do campo de Estudos Organizacionais
Contribuições teóricas/práticas/sociais: Os resultados da pesquisa contribuem com a área, pois ajudam a compreender as relações de poder e de controle, as quais, no contexto da educação superior, auxiliam para o entendimento das práticas de resistência no cotidiano da educação superior ao focar nas formas como os indivíduos resistem às estruturas de poder e a subvertem por meio de suas práticas cotidianas.
Originalidade/relevância: As práticas de controle e vigilância identificadas neste estudo foram compiladas em quatro categorias: 1) Práticas Legais-Normativas; 2) Práticas Objetivas; 3) Práticas Subjetivas; e 4) Práticas Político-Ideológicas.
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