(Des)construindo o ensino de administração em contextos periféricos
colonialidade e possibilidades decoloniais em um Campus do interior do Nordeste Brasileiro
DOI:
https://doi.org/10.51359/1679-1827.2026.266866Palavras-chave:
Colonialidade, Decolonialidade, Administração, Pensamento de FronteiraResumo
Objetivo: Este estudo analisa como o ensino de Administração de um campus universitário do interior da região Nordeste do Brasil reproduz a colonialidade e como um pensamento de fronteira pode ser vislumbrado nesse contexto.
Método/abordagem: Foi realizada uma pesquisa qualitativa e exploratória, por meio de entrevistas semiestruturadas, cujos resultados foram examinados por meio da análise de conteúdo.
Contribuições teóricas/práticas/sociais: A investigação contribui para o avanço do questionamento da colonialidade e imposição de uma matriz euro-estadunidense no ensino de Administração, e para a valorização de vozes periféricas de estudantes e professores/as, deslocando o foco do centro para as bordas, perspectiva na qual se identifica potencial de inovação.
Originalidade/relevância: Problematiza-se que, embora a democratização do ensino superior no Brasil tenha ampliado o acesso a cursos de Administração em regiões do interior do país, os problemas anteriormente existentes nos cursos localizados nas capitais metropolitanas permaneceram.
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