Fotografia e Representação da Memória: do olhar de Vishniac à instalação de Rosângela Rennó
DOI:
https://doi.org/10.34176/icone.v9i2.230096Resumo
Este texto pretende, precisamente, abordar dois casos em que há uma passagem da fotografia para o fotográfico e entre duas estratégias de representação da memória. No primeiro caso tratamos de algumas fotografias do russo Vishniac e sua peculiar maneira de remeter o observador para um tempo que aparentemente não mais existe, mas que se reinventa através da visão atual das próprias imagens produzidas no contexto da Segunda Guerra Mundial. O segundo caso refere-se à instalação Hipocampo, de Rosângela Rennó, na qual, apesar da "ausência" de imagens fotográficas, é pela instauração do fotográfico que a memória se rearticula e permite a relação do observador com a obra.Referências
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