A Fotografia e seus Duplos: tão breve quanto possível!

Autores

  • Mauricio Lissovsky Universidade Federal do Rio de Janeiro

DOI:

https://doi.org/10.34176/icone.v14i1.230625

Resumo

A condição contemporânea da imagem fotográfica permite reler seu significado no âmbito de uma história cultural das imagens. Ao superar o binômio latência/revelação, a fotografia atual nos convida a reexameminar sua história a partir de elementos de longa permanência, que vão além do determinismo técnico. Este ensaio parte da proposição de que quando uma fotografia encena o duplo está, igualmente, testemunhando ou interrogando a si mesma a respeito de sua potência. Aqui exploramos algumas formas do duplo fotográfico como sintomas das expectativas de fotógrafos e fotografados. O percurso iconológico proposto toma por mote a pergunta sobre os poderes da fotografia e por referência a noção de chiste, tal como elaborada por Freud, para conceber o ato fotográfico como um mergulho, tão breve quanto possível, no inconsciente das imagens.

Biografia do Autor

Mauricio Lissovsky, Universidade Federal do Rio de Janeiro

Doutor em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Professor adjunto na Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

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Publicado

2012-08-31

Como Citar

Lissovsky, M. (2012). A Fotografia e seus Duplos: tão breve quanto possível!. Revista Ícone, 14(1). https://doi.org/10.34176/icone.v14i1.230625

Edição

Seção

Dossiê