A Fotografia e seus Duplos: tão breve quanto possível!

Mauricio Lissovsky

Resumo


A condição contemporânea da imagem fotográfica permite reler seu significado no âmbito de uma história cultural das imagens. Ao superar o binômio latência/revelação, a fotografia atual nos convida a reexameminar sua história a partir de elementos de longa permanência, que vão além do determinismo técnico. Este ensaio parte da proposição de que quando uma fotografia encena o duplo está, igualmente, testemunhando ou interrogando a si mesma a respeito de sua potência. Aqui exploramos algumas formas do duplo fotográfico como sintomas das expectativas de fotógrafos e fotografados. O percurso iconológico proposto toma por mote a pergunta sobre os poderes da fotografia e por referência a noção de chiste, tal como elaborada por Freud, para conceber o ato fotográfico como um mergulho, tão breve quanto possível, no inconsciente das imagens.

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