Molduras da Caboquice: sentidos identitários nas fotografias de Luiz Braga

Autores

  • Alex Damasceno Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Julieth Paula Universidade Federal do Pará

DOI:

https://doi.org/10.34176/icone.v15i1.230712

Palavras-chave:

Luiz Braga, fotografia, moldura, caboclo, identidade

Resumo

O artigo investiga os processos de significação da “caboquice” nas fotografias de Luiz Braga. Por uma via antropológica, o sujeito caboclo é compreendido como uma complexa designação da cultura amazônica, que supera uma categoria preconceituosa de representação. Analisamos um conjunto de sete imagens, por meio de uma abordagem desconstrutivista baseada nos movimentos metodológicos propostos por Flusser e Kilpp. Ao desmontarmos as molduras (os territórios de significação), concluímos que a identidade do caboclo é construída nas fotografias na relação entre os corpos, os cenários, os instantes e as cores captadas pelo fotógrafo. Todos esses elementos agenciam sentidos identitários e propõem novos emolduramentos da caboquice no imaginário amazônico.

Biografia do Autor

Alex Damasceno, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Doutorando em Comunicação e Informação na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Bolsista Capes. Mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos). Membro dos Grupos de Pesquisa Gpesc.

Julieth Paula, Universidade Federal do Pará

Graduanda em Comunicação Social – habilitação em Jornalismo na Universidade Federal do Pará (UFPA).

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Publicado

2013-08-04

Como Citar

Damasceno, A., & Paula, J. (2013). Molduras da Caboquice: sentidos identitários nas fotografias de Luiz Braga. Revista Ícone, 15(1). https://doi.org/10.34176/icone.v15i1.230712

Edição

Seção

Dossiê