Pactos do sensível

Autores

  • Alexandre de Oliveira Henz UNIFESP
  • André Rodrigues USP
  • Angela Aparecida Capozzolo UNIFESP
  • Harete Vianna Moreno USP
  • Rafaela Camargo Baldo PUC-SP
  • Sidnei José Casetto UNIFESP

DOI:

https://doi.org/10.33052/inter.v5i9.243606

Palavras-chave:

pactos delicados, Trabalho em saúde, Dispositivos de Formação

Resumo

Este artigo apresenta experiências sensíveis relacionadas com o Laboratório de Sensibilidades da UNIFESP, com a formação e o trabalho em saúde. A partir de narrativas, produzidas pelos integrantes do GELS (grupo de estudos do Laboratório de Sensibilidades), foi possível desdobrar experiências e apostas que constituem dispositivos de formação, nem sempre com objetivos determinados. Algumas experiências passam tempos em um período de incubação e depois se transformam, ganham outros sentidos. Há graus e variações de pactuação, há acordos maiores, explícitos, e eles envolvem pequenas pactuações, invisíveis, sutis, mais próximas das alianças episódicas, pactos delicados que vão deslizando a sensibilidade. Este texto dá expressão a uma série de marcas que insistem em nós, tratando-se ele também de um experiência de sondagem. Laboratório de Sensibilidades.

Biografia do Autor

Alexandre de Oliveira Henz, UNIFESP

Doutor em Psicologia Clínica na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, professor do departamento de Saúde, Clínica e Instituições da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), pesquisador do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Formação e Trabalho em Saúde (LEPETS) e do Laboratório de Sensibilidades.

André Rodrigues, USP

Doutorando da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP/USP). Pesquisador do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Formação e Trabalho em Saúde (LEPETS), do Laboratório de Sensibilidades (UNIFESP) e do grupo Micropolítica e Saúde (FSP/USP).

Angela Aparecida Capozzolo, UNIFESP

Doutora em Saúde Coletiva também pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas. Professora do departamento de Saúde, Clínica e Instituições da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), pesquisadora do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Formação e Trabalho em Saúde (LEPETS) e do Laboratório de Sensibilidades.

Harete Vianna Moreno, USP

Doutoranda em Ciências pela Faculdade de Saúde Pública – USP. Pesquisadora do grupo Micropolítica e saúde (FSP/USP), do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Formação e Trabalho em Saúde (LEPETS) e do Laboratório de Sensibilidades (UNIFESP).

Rafaela Camargo Baldo, PUC-SP

Graduada em Psicologia na Universidade Federal de São Paulo, UNIFESP. Psicóloga com especialização na Técnica Klauss Vianna no Departamento de Linguagens do Corpo, pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), é pesquisadora do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Formação e Trabalho em Saúde (LEPETS) e do Laboratório de Sensibilidades (UNIFESP).

Sidnei José Casetto, UNIFESP

Doutor em Psicologia na Clínica na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Professor do departamento de Saúde, Clínica e Instituições da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), pesquisador do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Formação e Trabalho em Saúde (LEPETS), do Laboratório de Sensibilidades e do Laboratório de Psicanálise.

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Publicado

2019-12-09

Edição

Seção

Artigos em fluxo contínuo