No labirinto da memória: metalinguagem e tradição em “O Resto de Onça”, de Monteiro Lobato

Juliana Santini

Resumo


Publicado pela primeira vez em 1919, o conto “O Resto de Onça”, de Monteiro Lobato, retoma a
imagem do contador de “causos” populares e promove uma reflexão metalingüística acerca da essência
do ato de narrar. Considerando a importância do riso na construção literária dessa imagem, este trabalho
analisa os recursos estilísticos e formais utilizados na composição do narrador tradicional que, no texto
lobatiano, representa tanto a valorização de uma forma narrativa esquecida, quanto a crítica à literatura
afetada da época de sua produção.


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