“Rútilo Nada”: Uma Cinematografia do Olhar Hilstiano

Viviane Aragão, Paloma Magalhães

Resumo


O tratamento concedido à literatura de Hilda Hilst parece repousar em questões que não vão
além da complexidade do estilo da autora, de suas “incursões” numa suposta banalização do erotismo
e desmancham-se, por fim, em comentários sobre a personalidade “excêntrica” de Hilda. Neste ensaio,
nosso olhar se fixa em “Rútilo Nada” e, ao tentar reconstruir uma diegese fragmentada, encontra a
influência de um olhar cinematográfico para, logo depois, através dessas lentes, descobrir-se envolto
numa crítica ao posicionamento do homem frente à necessidade de assumir uma existência “autêntica”
diante da morte e da finitude.


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