¿Es posible juzgar estéticamente las cosas en sí?

Luciana Martínez

Resumo


En este artículo se analiza una tesis que Hegel expresa en su texto Fe y Saber acerca de la posibilidad de juzgar estéticamente las cosas, tales como son en sí mismas. Con ese fin, se retoman los elementos centrales de la doctrina kantiana del juicio estético reflexionante y se muestra que para Kant este juicio sólo puede estar referido a los objetos de la experiencia.


Palavras-chave


Cosa en sí- Crítica del Juicio- Hegel- Kant- Juicio estético reflexionante

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