Uso de geotecnologia para estudo de vulnerabilidade Ambiental na bacia hidrográfica do rio Tarumã-Mirim em Manaus, Amazonas

Autores

DOI:

https://doi.org/10.26848/rbgf.v18.6.p4680-4699

Palavras-chave:

Geotecnologia, Análise multicritério, Meio Ambiente, Amazônia, AHP

Resumo

As mudanças ambientais têm exigido abordagens metodológicas que permitam uma visão holística dos problemas da sociedade urbano-industrial relacionados ao ambiente. Devido a isso, as geotecnologias se tornaram imprescindíveis para o conhecimento da dinâmica dos ecossistemas e das sociedades em todas as escalas. O objetivo desse artigo é identificar os graus de vulnerabilidade ambiental na bacia hidrográfica do rio Tarumã-Mirim a partir do emprego do método AHP e da álgebra de mapas. Os resultados evidenciam que a variável uso e cobertura da terra exerce influência predominante na definição da vulnerabilidade ambiental da bacia do Tarumã-Mirim. A análise espacial revelou uma variação dos graus de vulnerabilidade ambiental, oscilando entre fraco e alto. A principal conclusão do estudo indica que, embora a presença de cobertura vegetal preservada contribua para a redução da vulnerabilidade, essa condição, por si só, não é suficiente para garantir baixos níveis de risco ambiental. Fatores como relevo e tipo de solo também desempenham papel significativo, sendo indispensável sua consideração nos processos de zoneamento e na elaboração da carta de vulnerabilidade ambiental da bacia.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Luciomar da Silva Almeida Filho, Universidade Federal do Amazonas

Bacharel em Geografia pela Universidade Federal do Amazonas (2023) com Especialização em Gestão Ambiental pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas (2024); cursando Mestrado em Geografia no Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal do Amazonas (PPGEOG-UFAM); integra o Laboratório de Hidrogeografia, Climatologia e Análise Ambiental da Amazônia (HIDROGEO). Foi bolsista de iniciação científica do CNPQ pelo programa PIBIC/PAIC - UFAM entre 2020 e 2022.

João Cândido André da Silva Neto, Universidade Federal do Amazonas

Atualmente é professor Adjunto do Departamento de Geografia e Programa de pós-graduação em Geografia da Universidade Federal do Amazonas, integra o Laboratório HidroGeo - Hidrogeografia, Climatologia e Análise Ambiental da Amazônia . Coordenou o Comitê de iniciação científica de Ciências Humanas da UFAM. Atuou como editor chefe da Revista Geonorte UFAM de 2017 a 2021. Possui graduação em Geografia pela UFMS/CPAQ (2005), Mestrado em Geografia pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul CPAQ (2008) e Doutorado em Geografia pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), Campus de Presidente Prudente (2013) e Pós-doutorado em Geografia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Tem experiência na área de Geografia Física, com ênfase em Vulnerabilidade Ambiental, Modelagem ambiental, Risco socioambiental, Análise Ambiental em bacias hidrográficas, Mudanças do uso e cobertura da terra, Geotecnologias, Sistema de Informação Geográfica e Sensoriamento Remoto.

Referências

Amaral, R., & Ross, J. L. S. (2009). As unidades ecodinâmicas na análise da fragilidade ambiental do parque estadual do morro do diabo e entorno, teodoro Sampaio/SP. GEOUSP Espaço e Tempo (Online), 13 (2). https://doi.org/10.11606/issn.2179-0892.geousp.2009.74128

ANA. (2019). Base Hidrográfica Ottocodificada Multiescalas 2017 (BHO 2017). https://metadados.snirh.gov.br/

Araújo Júnior, A. C. R. A., & Tavares Júnior, S. S. (2020). Analytic hierarchy process (AHP): uma definição do risco à inundação para a amazônia setentrional. Acta Geográfica, 14 (35). https://doi.org/10.18227/2177-4307.acta.v14i35.6473

Bertoni, J., & Lombardi Neto, F. (2017). Conservação do solo. São Paulo: Ícone, 10 ed., 2017.

Braga, C. C., Cabral, J. B. P., Lopes, S. M. F., & Batista, D. F. (2017). Mapeamento da Fragilidade Ambiental na Bacia Hidrográfica do Reservatório da UHE CAÇU - Goiás. Ciência e Natura, 39, 81–98. https://doi.org/10.5902/2179460X26978

Bühring, R. (2010). Estudo da dinâmica de uso do solo e cobertura vegetal e elaboração de uma proposta de zoneamento para a Bacia Hidrográfica do Tarumã, Manaus, Amazonas. https://tede.ufam.edu.br/browse?type=author&value=B%C3%BChring%2C+Ricardo

Capra, F. (1996). A teia da vida: uma nova compreensão científica dos sistemas vivos. Editora Cultrix.

Castro, L. F. (2021). O uso da terra e a vulnerabilidade ambiental na bacia hidrográfica do rio Sanabani no município de Silves—AM. https://tede.ufam.edu.br/handle/tede/8367

CHIRPS. (2023). Climate Hazards Group Infrared Precipitation with Stations. Climate Hazard Center –UC. https://data.chc.ucsb.edu/products/CHIRPS-2.0/global_annual/tifs/.

Colares, I. S., Junior, J. C. F., Rodrigues, L.S., et al. (2022). Suscetibilidade do solo à erosão na bacia hidrográfica do rio Tarumã-Açu (Amazonas – Brasil). Caminhos de Geografia, 23 (89), p. 367–38. https://doi.org/10.14393/RCG238960655

Congedo, L. (2021). Semi-Automatic Classification Plugin: a python tool for the download and processing of remote sensing images in QGIS. Journal of Open-Source Software, 6 (64). https://doi.org/10.21105/joss.03172

CPRM. (2016). Geologia e recursos minerais da região metropolitana de Manaus. Silvio Roberto Lopes Riker (Org.), Manaus: CPRM. em: https://rigeo.sgb.gov.br/handle/doc/17852. Acesso: 24 dez. 2023.

Crepani, E., Medeiros, J. S., Azevedo, L. G., Hernandez Filho, P., Florenzano, T. G., & Duarte, V. (1996). Curso de sensoriamento remoto aplicado ao zoneamento ecológico-econômico. São José dos campos: INPE. http://mtc-m12.sid.inpe.br/rep/6qtX3pFwXQZ3ukuKE/C98tB. Acesso: 18 dez. 2023.

Crepani, E., Medeiros, J. S., Hernandez Filho, P. H., Florenzano, T. G., Duarte, V., & Barbosa, C. C. F. (2001). Sensoriamento remoto e geoprocessamento aplicados ao zoneamento ecológico-econômico e ao ordenamento territorial. São José dos Campos: INPE. http://sap.ccst.inpe.br/artigos/CrepaneEtAl.pdf. Acesso: 18 dez. 2023.

Crepani, E., Medeiros, J. S., Palmeira, A. F., & Silva, E. F. (2008). Zoneamento ecológico-econômico. In.: Florenzano, T. G. (org.). Geomorfologia: conceitos e tecnologias atuais. São Paulo: Oficina de Textos.

Cruz, E. F., & Moreira, A. A. M. (2022). A vulnerabilidade ambiental da bacia do rio Piracicaba/MG: Uma abordagem geográfica multicriterial. Geo UERJ, 41. https://doi.org/10.12957/geouerj.2022.52633

Cruz, E. F., Neiva, J. A. de F., Inácio, R. D., Costa, P. S. F., & Moreira, A. A. M. (2016). Avaliação da Vulnerabilidade Ambiental do Distrito de Glaura—Município de Ouro Preto/MG. Caderno de Geografia, 26 (1), 35–49.

Dias, V. S. B., & Silva, A. B. (2014). AHP na modelagem da vulnerabilidade ambiental do mini corredor ecológico Serra das Onças (BA). Revista Brasileira de Cartografia, 66 (6). https://seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/44719. Acesso em: 18 dez. 2023.

EMBRAPA. (2020). Satélites de monitoramento. https://www.embrapa.br/satelites-de-monitoramento/missoes/srtm.

Farias, O. G., Francisco, C. N., Oliveira-Júnior, J. F., Silva, M. S., & Pimentel, L. C. (2022). Interpoladores híbrido e não híbrido aplicados na distribuição espacial das chuvas na região montanhosa costeira fluminense. Revista Brasileira de Climatologia, 31, 434–456. https://doi.org/10.55761/abclima.v31i18.15788

Fernandes, J. C., Peixoto, R. de A. O., Schmidt, M. A. R., & Pereira, C. E. (2019). Análise multicritério com uso da AHP para avaliação temporal na vulnerabilidade ambiental: estudo de caso na bacia hidrográfica do uberabinha, MG. Revista Gestão & Sustentabilidade Ambiental, 8 (3), 141–158. https://doi.org/10.19177/rgsa.v8e32019141-158

Fitz, P. R. (2008). Geoprocessamento sem complicação. Oficina de Textos.

Florenzano, T. G. (2011). Iniciação em Sensoriamento Remoto 3 ed. Oficina de textos.

França, L. C. J., & Mucida, D. P. (2022). A fragilidade ambiental da bacia hidrográfica do Rio Jequitinhonha em Minas Gerais. Pantanal Editora. http://acervo.ufvjm.edu.br/jspui/handle/1/1585. Acesso em: 18 dez. 2023.

Franco, A. C. S. (2021). Modelagem ambiental e indicadores de pressão nos recursos hídricos da alta bacia do Rio Vermelho (Goiás). [Dissertação de Mestrado, Universidade Estadual de Goiás]. BDTD. https://www.bdtd.ueg.br//handle/tede/810. Acesso em: 18 dez. 2023.

Fushimi, M., Ribeiro, D. de Q., & Nunes, J. O. R., (2022). Vulnerabilidade ambiental aos processos erosivos lineares da bacia hidrográfica do rio dos Cachorros, Amazônia Oriental. Revista do Departamento de Geografia, 42. https://doi.org/10.11606/eISSN.2236-2878.rdg.2022.193453

Goepel, K. D. (2018). Implementation of an online software tool for the Analytic Hierarchy Process (AHP-OS). International Journal of the Analytic Hierarchy Process, 10.

Horbe, A. M. C., Vieira, C. L., & Nogueira, A. C. R. (2006). Geoquímica de camadas vermelhas bioturbadas da Formação Alter do Chão, Cretáceo da bacia do Amazonas. Revista Brasileira de Geociências, 36 (3), p. 396-402. http://bjg.siteoficial.ws/2006/n.3/2.pdf.

IBGE (2010). Geomorfologia e vegetação por estado. https://www.ibge.gov.br/geociencias/informacoes-ambientais/geomorfologia/16028-geomorfologia-do-estado-de-ro-rr-to-ac-am-ma-mt-e-pa.html?=&t=downloads.

IBGE. (2002). Mapa de clima do Brasil. Rio de Janeiro: IBGE. Escala 1:5 000 000. em: http://mapas.ibge.gov.br/tematicos.html.

IBGE. (2010). BDIA - Banco de Dados e Informações Ambientais. em: https://bdiaweb.ibge.gov.br/#/home.

ICMBio. (2023) Educação Ambiental SNUC. https://www.icmbio.gov.br/educacaoambiental/politicas/snuc.html

INCRA. (2017). Informações gerais sobre os assentamentos da Reforma Agrária. Brasília: INCRA. http://painel.incra.gov.br/sistemas/index.php.

INMET. (2020). Banco de Dados Meteorológicos para Ensino e Pesquisa - BDMEP. Brasília. http://www.inmet.gov.br/portal/index.php?r=bdmep/bdmep.

Kubota, N. A., Prata, T. C., & Lima, I. F. (2019). Hidrogeomorfologia e susceptibilidade a erosão da bacia do rio Gurupi (PA-MA). Revista Geográfica Acadêmica, 13 (2), p. 67–89. http://orcid.org/0000-0002-0594-0187.

Landim, P. M. B., & Sturaro, J. R. (2002). Krigagem indicativa aplicada à elaboração de mapas probabilísticos de riscos. DGA, IGCE, UNESP/Rio Claro, Lab. Geomatemática, 6 (19). http://www.rc.unesp.br/igce/aplicada/textodi.html.

Lira, K. C. S. (2022). Fragilidade ambiental, distribuição espacial de viveiros e estimativa de potencial produtivo da tilápia do Nilo (Oreochromis niloticus) na bacia hidrográfica do Arroio Marreco utilizando SIG. [Tese de Doutorado, Universidade Estadual do Oeste do Paraná]. https://tede.unioeste.br/handle/tede/6142.

Lombardi Neto, F., & Moldenhauer, W. C. (1992). Erosividade da chuva: sua distribuição e relação com as perdas de solo em Campinas (SP). Bragantia, 51 (2).

Lopes, M. S. (2019). Detecção de mudanças e proposta metodológica para delimitação de zona de amortecimento no Parque Estadual do Rio Canoas-SC. [Tese de Doutorado, Uinversidade Federal do Rio Grande do Sul]. https://lume.ufrgs.br/handle/10183/202382.

Lopes, M. S., & Saldanha, D. L. (2016). Análise de vulnerabilidade natural à erosão como subsídio ao planejamento ambiental do oeste da bacia hidrográfica do camaquã - RS. Revista Brasileira de Cartografia, 68 (9). https://doi.org/10.14393/rbcv68n9-44437.

Miranda, J. S. N. (2017). Caracterização da vulnerabilidade intrínseca do Aquífero Alter do Chão na cidade de Manaus - AM. [Dissertação de Mestrado, Universidade Federal do Amazoans]. https://tede.ufam.edu.br/handle/tede/5565

Pinese Júnior, J. F., & Rodrigues, S. C. (2012). O método de análise hierárquica – AHP – como auxílio na determinação da vulnerabilidade ambiental da bacia hidrográfica do rio piedade (MG). Revista do Departamento de Geografia, 23, 4–26. https://doi.org/10.7154/RDG.2012.0023.0001

Rabelo, D. R., Santos, M. R. da S., & Filho, M. R. P. D. S. (2022). Análise comparativa dos dados pluviométricos de satélite e de superfície em bacia hidrográfica semiárida. Revista Brasileira de Sensoriamento Remoto, 3 (1). https://rbsr.com.br/index.php/RBSR/article/view/72

Ribeiro, A. S., Mincato, R. L., & Curi, N. (2016). Vulnerabilidade ambiental à erosão hídrica em uma Sub-Bacia Hidrográfica pelo Processo Analítico Hierárquico. Revista Brasileira de Geografia Física, 9 (1), p. 016–031. https://doi.org/10.26848/rbgf.v9.1.p016-031.

Rizato, M.; Zacharias, A. A.; Ventorini, S. E. (2023). Álgebra de mapas e a modelagem cartográfica das estruturas verticais e horizontais da vulnerabilidade social e ambiental no município de Atibaia, SP, Brasil. In As paisagens dos riscos sociais: educar para diminuir a vulnerabilidade. Castro, F. V.; Zacharias, A. A.; Oliveira-Costa, J. L.; Moreira, T. (Orgs.). Associação Portuguesa de Riscos, Prevenção e Segurança. https://www.riscos.pt/.

Rodrigues, T. B, Nunes, D. D., & Silva, S. M. A. (2019). Dinâmicas socioeconômicas e vulnerabilidade à erosão na bacia. Revista Caribeña de Ciencias Sociales. https://www.eumed.net/rev/caribe/2019/08/erosao-bacia-hidrografica.html.

Rodrigues, T. B. (2015). Caracterização e análise do uso e cobertura da terra na Bacia Hidrográfica do Igarapé do Contra, Porto Velho-RO: Implicações a partir da vulnerabilidade à erosão. [Dissertação de Mestrado, Universidade Federal de Rondônia]. RIUNIR. https://ri.unir.br/jspui/handle/123456789/1061.

Saaty, T. L. (1990). How to make a decision: The analytic hierarchy process. European Journal of Operational Research, 48 (1), 9–26. https://doi.org/10.1016/0377-2217(90)90057-I

Saaty, T. L. A scaling method for priorities in hierarchical structures (1977). Journal of Mathematical Psychology, 15 (3), 234–281. https://doi.org/10.1016/0022-2496(77)90033-5

Santos, P. T., & Martins, A. P. (2018). Análise da Vulnerabilidade Ambiental da Bacia Hidrográfica do Rio Claro (GO) Utilizando Geotecnologias. Revista do Departamento de Geografia, 36, 155–170. https://doi.org/10.11606/rdg.v36i0.143665

Schmidt, M. A. R., & Barbosa, G. R. (2016). Uso de redes neurais artificiais na ponderação inicial da técnica ahp em análises de vulnerabilidade de bacias hidrográficas. Boletim de Ciências Geodésicas, 22, 511–525. https://doi.org/10.1590/S1982-21702016000300029

Silva Neto, J. C. A. (2013). Zoneamento ambiental como subsídio para o ordenamento do território da bacia hidrográfica do Rio Salobra, Serra da Bodoquena – de MS. [Tese de Doutorado, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”]. RIU Unesp. http://hdl.handle.net/11449/105078.

Silva Neto, J. C. A., & Aleixo, N. C. R. (2020). Erosividade da chuva na região do médio Solimões, Amazonas, Brasil. Revista Caminhos de Geografia, 21 (77). http://doi.org/10.14393/RCG217747117.

Silva, J. F. (2022). Risco hidrometeorológicos em área urbana do município de São Luís - MA: vulnerabilidade, perigo e suscetibilidade associados. [Dissertação de Mestrado, Universidade Federal do Maranhão]. TEDE. http://tedebc.ufma.br:8080/jspui/handle/tede/4279.

Silva, K. N., Ferreira, E. C., & Loureiro, G. E. (2021). Fragilidade ambiental da sub-região Hidrográfica Itacaiúnas (SRHI). Research, Society and Development, 10 (3). em: http://dx.doi.org/10.33448/rsd-v10i3.13215.

Silva, M. L. da, & Bonotto, D. M. (2000). Caracterização hidrogeoquímica na formação Alter do Chão, município de Manaus (AM). Águas Subterrâneas. https://aguassubterraneas.abas.org/asubterraneas/article/view/24334

Soares Júnior, C. J. R. (2020). Utilização da técnica AHP nos índices de vulnerabilidade natural a erosão na bacia hidrográfica do Igarapé São Francisco como suporte para o ordenamento territorial. Revista Ibero-Americana de Ciências Ambientais, 11, p. 694–704. https://doi.org/10.6008/CBPC2179-6858.2020.005.0061.

Tricart, J. (1977). Ecodinâmica. Rio de Janeiro: IBGE. https://biblioteca.ibge.gov.br/biblioteca-catalogo.html?id=29679&view=detalhes.

Weiss, R., Pippi, L. G. A. (2019). Análise multicritério na definição de vulnerabilidade ambiental. Terra Plural, 13 (3). https://revistas.uepg.br/index.php/tp/article/view/1.

Downloads

Publicado

2025-10-29

Como Citar

Almeida Filho, L. da S., & Silva Neto, J. C. A. da. (2025). Uso de geotecnologia para estudo de vulnerabilidade Ambiental na bacia hidrográfica do rio Tarumã-Mirim em Manaus, Amazonas. Revista Brasileira De Geografia Física, 18(6), 4680–4699. https://doi.org/10.26848/rbgf.v18.6.p4680-4699

Edição

Seção

Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto

Artigos Semelhantes

<< < 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 > >> 

Você também pode iniciar uma pesquisa avançada por similaridade para este artigo.