Vegetation response to extreme rainfall and drought events in deforested areas of the Doce River Basin
DOI:
https://doi.org/10.26848/rbgf.v19.01.p001-017Palavras-chave:
Extreme Events, drought, vegetation, deforestationResumo
As mudanças climáticas estão aumentando a frequência e a intensidade dos eventos extremos, impactando os principais ecossistemas em nível global. Na Bacia do Rio Doce, uma região fortemente afetada pelo desmatamento e pelo desastre de Mariana (2015), a interação entre secas, chuvas extremas e a resposta da vegetação ainda não é totalmente compreendida, principalmente depois do desastre. Este estudo investiga as relações entre eventos climáticos extremos e a dinâmica da vegetação por meio da análise de coerência wavelet, a fim de explorar padrões de resposta da vegetação em diferentes escalas temporais — uma abordagem inédita nesse contexto. Foram analisadas séries temporais do Índice de Vegetação Melhorado (EVI) e dos índices climáticos SPI (1, 3 e 6 meses), RX1day, RX5day, PRCPTOT e CDD, no período de 2000 a 2023, para identificar tendências espaciais e temporais na bacia. Os resultados revelaram que a vegetação responde aos eventos climáticos extremos em três escalas temporais predominantes: (i) de 8 a 16 meses, quando a forte coerência entre EVI e os índices de precipitação sugere um padrão sazonal de recuperação da vegetação; (ii) de 2 a 8 meses, onde a resposta da vegetação a secas e chuvas intensas se torna mais evidente, especialmente após o desastre de Mariana; e (iii) em períodos superiores a 34 meses, nos quais a relação entre eventos climáticos e a vegetação é influenciada por fatores locais, como o uso da terra e a fragmentação florestal. O estudo também identificou mudanças significativas nas tendências climáticas extremas após 2015, indicando que o desastre aumentou a vulnerabilidade da vegetação, com impactos mais severos em áreas já degradadas. Os índices SPI_3 e SPI_6 apresentaram tendências negativas nas regiões mais impactadas, sugerindo um aumento na frequência de secas prolongadas, enquanto as chuvas extremas (RX1day e RX5day) exibiram variações espaciais significativas associadas à cobertura florestal remanescente.
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