O que pode a imaginação na aprendizagem histórica?

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22264/clio.issn2525-5649.2020.38.1.06

Palavras-chave:

Iimaginação, Aprendizagem histórica, Tempo, Ensino de História

Resumo

O artigo se propõe a um debate teórico sobre o ensino e a sala de aula de História. Esse debate se dá com base nas contribuições do filósofo Henri Bergson e do teórico do campo da teoria da História, Hayden White. A ideia central consiste em problematizar o que se ensina e o modo como se ensina História na sala de aula da escola básica. Essa problematização considera a imaginação como elemento vital na criação conceitual e na constituição de relações com o passado. Nesse sentido, as considerações teóricas realizadas no âmbito deste artigo se desdobram em proposições de como produzir provocações que levem do tempo cronológico da sala de aula e da relação linear que temos com o passado, desde o eurocentrismo, ao tempo da imaginação, virtualidade vital que enseja um jogo que tem a potência do passado como forma de problematizar o presente e abrir o futuro. 

Biografia do Autor

Nilton Mullet Pereira, UFRGS - Faculdade de Educação. Área de ensino de História

 licenciado em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1992), Mestre em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1998) e Doutor em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2004). Pós-doutorado em História Medieval, na UFRGS. Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), da área de Ensino de História. Professor do Mestrado Profissional em ensino de História – UFRGS. Pesquisa as relações entre a imaginação e aprendizagem histórica.

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Publicado

29-07-2020